quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Paris Jackson queixa-se de bullying


Paris, a filha de 14 anos de Michael Jackson, apagou há dias a sua conta de Instagram e criou um novo perfil privado.


A jovem aspirante a atriz começou por abordar o assunto no Twitter da seguinte forma:

"Apaguei o meu Instagram público. Desculpem."

"As pessoas que eu não conheço que estão a tentar adicionar o meu Instagram vão ser bloqueadas e denunciadas, não estou de brincadeira."

No dia seguinte, Paris acabou por explicar o motivo que a levou a tornar o seu Instagram privado:

"Não quero ser mal-educada, mas há demasiado ódio no Instagram. O meu Twitter é público. Quero ter ALGUMA privacidade. #chegadebullying. Se vocês querem pensar que eu já não gosto de vocês só porque tornei o meu Instagram privado, força. Estou farta de ser vítima de bullying."

Paris tem vindo a ser fortemente criticada por expor ativamente a sua vida pessoal nas redes sociais. Os seus críticos relembram que, em vida, Michael obrigava os filhos a usar máscaras e véus para os proteger dos olhos do público e por isso mesmo dificilmente aprovaria este tipo de comportamento por parte de Paris, o que também pode ter pesado na sua decisão.

MYWAY

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Nova biografia de Michael Jackson gera conflitos entre a Vanity Fair e o Espólio do Rei do Pop


O livro 'Untouchable' de Randall Sullivan, com lançamento previsto para novembro nos EUA, relata a gana de irmãos e até da mãe do astro para colocar as mãos em sua herança milionária.

Site Veja:

Se as notícias sobre as brigas na família pela herança de Michael Jackson já revoltaram os fãs, a biografia que o jornalista Randall Sullivan lança nos Estados Unidos sobre o astro, no mês que vem, promete deixá-los ainda mais raivosos. Em Untouchable (Intocável, em tradução direta), o autor conta detalhes sórdidos sobre como os irmãos e até a mãe do astro passaram por cima de sua memória para colocar as mãos em sua herança milionária, logo após sua morte. 

Segundo trechos do livro publicados pela revista Vanity Fair, o corpo de Michael demorou mais de três meses para ser enterrado por causa de Janet Jackson. A irmã famosa impediu que o enterro fosse realizado antes do espólio do músico lhe reembolsar os 40 mil dólares gastos por ela para garantir um túmulo no cemitério Forest Lawn, em Los Angeles

Seguranças da casa onde Michael morava com os filhos contaram ao jornalista que horas após a morte do popstar, La Toya e o namorado pediram para entrar na mansão. A mãe, Katherine Jackson, apareceu em seguida e ligou para Grace Rwaramba, babá de longa data dos netos, com um objetivo claro: descobrir onde o filho guardava os sacos cheios de dinheiro. "Grace, as crianças não param de chorar e perguntar por você. Elas não acreditam que o pai morreu. Por acaso, você sabe onde Michael guardava o dinheiro?", quis saber Katherine, que, como o resto da família, conhecia o hábito do cantor de esconder cédulas embaixo de carpetes e dentro de sacos de lixo pretos. 
No dia seguinte, a babá contou ter visto Janet Jackson encher uma van com sacos pretos. 
Sequestro de Katherine Jackson A publicação também apresenta a versão da mãe de Michael sobre o seu desaparecimento no fim de julho. Ela disse que foi examinada pelo médico Allen Metzger a mando da filha Janet. Foi detectada uma elevação em sua pressão sanguínea e por isso Metzger a proibiu de viajar de carro para a cidade de Albuquerque, no Novo México, onde iria assistir ao show dos filhos na turnê Unity Tour. Só depois de entrar no avião particular, Katherine descobriu que estava indo para a cidade de Tucson, no Arizona, onde Janet a aguardava no spa Miraval. A manobra, porém, segundo fontes ligadas à família, teria sido articulada pelos irmãos Randy, Jermaine, Janet, Tito e Rebbie Jackson para se apoderar da herança milionária deixada pelo músico. 
Katherine ficou ausente da casa onde morava com os filhos de Michael por dez dias, o que culminou na suspensão de seu posto como guardiã legal dos netos. Em seguida, o Tribunal Superior do condado de Los Angeles determinou que a custódia de Prince, Paris e Blanket fosse dividida entre Katherine e seu neto, Tito Joe Jackson
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O Espólio de Michael Jackson lançou uma nota de repúdio contra a Vanity Fair nesse artigo que incita teorias da conspiração de Randall Sullivan.

Chamou as informações de infelizes e de mal gosto por sugerir que o Espólio tenha r
elações com a AEG Live e, por isso, não entrou com Katherine Jackson no processo contra a produtora de shows.

Uma outra teoria é que o Espólio seria responsável pelo atraso do enterro do cantor e também à contestação do testamento.

"Nosso compromisso é e sempre foi o legado de Michael, seus beneficiários, seus fãs e o espírito de um artista extraordinário e humanitário que continua a tocar o mundo", finaliza o comunicado.

A Vanity Fair nunca foi uma revista com fontes confiáveis. Sem medo do ridiculo, em 2003 a revista  trouxe um artigo assinado por Maureen Orth dizendo que Michael Jackson teria pago US$150 mil para um feiticeiro do Mali chamado 'Baba'.

O feitiço incluía o sacrifício de 42 vacas num ritual para matar "25 pessoas na lista de inimigos de Jackson", dentre os nomes estariam David Geffen e o diretor Steven Spielberg.


MJ Beats | Edcyhis


Prince Jackson dirigindo pela Califórnia


Prince tem apenas 15 anos, mas já está tendo suas primeiras lições no volante. O primogênito de Michael, foi fotografado dirigindo em Calabasas, na Califórnia, em companhia do irmão caçula, Blanket e de um segurança enquanto seguia para um cinema na cidade.


Segundo a agência responsável pelo flagrante, os jovens que têm 15 anos e seis meses já podem conseguir uma licença provisória para guiar no Estado acompanhados de um adulto, recebendo a carta quando completar 16 anos.



Blanket estaria muito orgulhoso do irmão mais velho e feliz por ele levá-lo para passear de carro.

Terra.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Conrad Murray quer lançar livro sobre seu convívio com Michael Jackson


Sentenciado a quatro anos de prisão pela morte de Michael Jackson, Murray está planejando escrever um livro de memórias sobre o seu relacionamento com o astro, afirma o site Female First.

Dr. Conrad Murray alega que Michael lhe confiou as suas opiniões mais íntimas sobre a família, as acusações de abuso de menores e o relacionamento com os três filhos. "Murray acredita que o público terá interesse em ler sobre o tempo que ele passou com Michael", declarou uma pessoa próxima.

Para o preso, o lançamento do livro seria uma oportunidade de melhorar a sua imagem pública e reconquistar a licença médica após levar o Rei do Pop à morte com uma dose letal do anestésico Propofol.

Isso também serviria como fonte de renda, pois Murray não exerce nenhuma atividade remunerada no momento. "Isto tudo é sobre dinheiro para Murray porque ele está totalmente quebrado", garante a fonte.

As editoras americanas, entretanto, não parecem querer colaborar: nenhuma delas mostrou interesse em publicar a obra.

Fonte: Terra

Isso só pode ser piada, tudo bem esse maluco querer sair da cadeia, dizer que é inocente e não sei lá mais o que...Mas chegar a esse ponto? Aff! Ele acha mesmo que alguém lhe dará tamanha credibilidade? Lançar um livro...há, vou ali cair no chão de tanto rir !!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Paris Jackson: " Quero mostrar que tenho talento"


Paris revelou que não quer ser identificada como a filha de Michael Jackson. Em entrevista para a edição de outubro da revista "Glamour", ela confessou: "Eu amo o meu pai e eu tenho muito orgulho de ser a filha dele. Mas, eu apenas acho que o título de 'filha de Michael Jackson' não se encaixa em mim".
Aos 14 anos, Paris revelou que tem vontade de fazer música. "Várias pessoas pensam que eu quero entrar nesse mundo por causa do meu pai, mas quero mostrar que tenho talento e que posso fazer se eu tentar. Eu quero ser eu mesma", disse ela. 
A tia da adolescente, Janet Jackson, tinha dito que gostaria que os filhos de Michael não entrassem para a indústria do entretenimento até que eles completassem 18 anos. "Muitas pessoas não querem que eu faça", desabafou Paris. Mas, ela confessou que tem, sim, um apoio: "A Tia LaToya (Jackson) acredita em mim. Ela me ouviu cantando e tocando guitarra e começou a bater palmas. Ela realmente me encoraja, é maravilhoso da parte dela".
Ainda na entrevista, Paris admitiu que sofre bullying na escola, mas que isso pode ser motivado pela inveja. "Várias crianças no colégio fazem piada de mim. Se eu tivesse que aconselhar outras garotas, eu diria:'Faça um hang loose e ignore eles'. Eles não podem fazer isso com você, não importa o quão popular eles sejam", disse ela.
Fonte: EGO

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

No Festival de Veneza Spike Lee diz que tem o documentário BAD25 como uma "carta de amor a Michael Jackson"

O cineasta americano Spike Lee apresentou na última sexta-feira (31), na 69ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, o documentário Bad 25, uma verdadeira "carta de amor" do diretor a Michael Jackson por conta do 25º aniversário de lançamento do álbum Bad.



O documentário, que é exibido em uma mostra não competitiva, resgata clipes e uma série de imagens de shows do Rei do Pop, todos relacionados com os principais sucessos desse disco, como BadThe Way You Make Me FeelI Just Can't Stop Loving YouDirty DianaSmooth Criminal e Man In The Mirror.

"O que Michael Jackson significa para mim está escrito aqui, está incorporado neste documentário. Isto é uma carta de amor a Michael Jackson. Cresci com ele. Na época em que ele fazia parte do Jackson Five, eu queria ser como Michael Jackson. Tinha o cabelo afro, mas não podia cantar e dançar como ele", afirmou o cineasta durante a apresentação documentário em Veneza.

"Além disso, o documentário me deu a chance de poder trabalhar com as pessoas que sempre acompanhei. Para mim, foi uma confirmação de quão duro Michael Jackson trabalhava. São professores em seus terrenos", acrescentou o cineasta.

Com entrevistas da época e outras recentes, Spike Lee, que participa pela nona vez do Festival de Veneza, dá voz a todos aqueles que colaboraram com Michael em Bad, desde o produtor Quincy Jones até Martin Scorsese e Wesley Snipes, diretor e ator, respectivamente, do clipe da faixa homônima.

Os cantores Mariah CareyChris BrownKanye West e, inclusive, o jovem Justin Bieber são outras celebridades da música que participam desta homenagem ao Rei do Pop.
"Um dos motivos pelos quais eu queria fazer esse documentário era que, quando a gravadora Sony me ofereceu este projeto, eles queriam que me concentrasse somente na música. Durante muitos anos - eu me incluo - nos concentramos só na música e não em Michael Jackson. Agora, temos que reconhecer o gênio que era", comentou Spike Lee.

"Não vimos o sangue, o suor que estava por trás. Esta era uma oportunidade de poder descobri-lo, falando com músicos e falando com gravadores. É preciso lembrar que Bad sucedia Thriller, que até hoje é o álbum mais vendido da história. Imaginei a pressão de Michael por repetir este êxito", acrescentou.

Segundo o cineasta americano, o Rei do Pop não se sentava simplesmente e começava a criar, mas estudava os grandes artistas de outras de áreas, como a fotografia e a dança, e o que aprendia com eles incorporava em seu trabalho.

"Michael tinha um talento musical nato. Frequentemente, ele criava canções somente em uma gravadora. Tocava muito bem piano e tinha habilidade para criar todos os aspectos de uma canção, embora não sabia tocar todos os instrumentos", apontou.

Através das inúmeras lembranças que surgiram durante as gravações dos clipes e das músicas de Bad, Spike Lee constrói um discurso narrativo baseado na peculiaridade e originalidade de Jackson. Neste aspecto, a canção Man in The Mirror, que finaliza o documentário, aparece como a trilha sonora de sua morte, ocorrida em 2009.

"Man in The Mirror se transformou em um hino para ele, como quando assassinaram a John Lennon, que as pessoas cantavam 'Imagine'. Quando Michael Jackson morreu, o povo cantavava 'Man in The Mirror' ", disse o cineasta, que ressaltou que até os filhos do cantor estão querendo ver este documentário para aprender mais sobre o pai.

Além da apresentação de Bad 25, Spike Lee também receberá o prêmio Jaeger-Le Coultre - Glória ao Cineasta por ser, segundo a organização do Festival de Veneza, um "espírito criativo e combativo, autor de filmes audazes e mordazes, com frequência imprevisíveis e provocativas no melhor sentido da palavra".

Vírgula

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Os 5 vídeos mais caros de Michael Jackson


 - “Thriller” – (1983) US$ 1.000.000

Diretor: John Landis 

Eis o famoso e épico clipe em que zumbis saem dançando pela cidade à noite. Na história, Michael sai do cinema com sua namorada, que ficou apavorada após assistir a um filme terror, e durante o caminho de volta encontram zumbis dançarinos pela rua. O cantor também entra na onda e se transforma em um deles. Tanto as danças quanto a roupa de Michael no vídeo sempre foram lembrados em filmes de comédia, seriados e desenhos de gerações posteriores. “Thriller” foi (e continua sendo) um marco para a cultura pop em geral.

4º - “Remember The Time” (1992) US$ 1.200.000

Diretor: John Singleton 

Ambientado no Egito e com roupas de faraós, “Remember The Time” tem a participação do ator Eddie Murphy e do maior astro norte-americano do basquete na época, Magic Johnson. Como sempre, Michael atua como porta voz de uma equipe de dançarinos que segue seus passos com precisão, mesmo em uma de suas danças mais complexas. O vídeo ficou famoso por mostrar o músico beijando uma mulher pela primeira vez nas telas.

3º - “Black or White” (1991) US$ 1.500.000

Diretor: John Landis 

Um vídeo que junta leões, aborígenes dançarinos, índios, soldados soviéticos, bebês, uma estátua da liberdade falsa, várias pessoas de raças distintas se transformando uma na outra (com o efeito morfo, inédito na época), faz menções ao Simpsons, conta com a participação de Macaulay Culkin vestido de rapper mirim, e ainda termina com Michael se transformando em uma pantera: realmente não poderia ser barato. A versão original do vídeo tem 4 minutos a mais, e o cantor aproveita o tempo extra para estraçalhar um carro com um pé de cabra. O vídeo foi um choque para a época e essa parte foi editada. No Brasil, o clipe estreou durante o Fantástico, da Rede Globo.

2º - “Bad” (1987)  US$ 2.200.000

Diretor: Martin Scorcese 

“Bad” é conhecido por conter uma das mais famosas coregrafias da história dos videoclipes, que acabou eternizando os passos de dança de Michael. No vídeo, o astro pop age como um maestro comandando uma gangue de dançarinos em um estacionamento. O vídeo foi dirigido pelo cineasta Martin Scorcese e a versão original tem 18 minutos de duração. O ator Wesley Snipes também participa do clipe, em uma de suas primeiras aparições de destaque.

1º - “Scream” (1995)  US$ 7.000.000

Dir: Mark Romanek 

Para oficializar em vídeo a primeira parceria musical com sua irmã, Janet Jackson, Michael não quis saber de poupar dinheiro algum e produziu o videoclipe mais caro de toda a história, segundo o livro Guinness World Records. “Scream” foi single do álbum HIStory: Past, Present and Future, que contém material inédito e sucessos do cantor. No clipe, que teve 11 cenários diferentes e foi gravado em 11 dias, os irmãos interpretam a canção enquanto se divertem dentro de uma nave espacial.


Fonte: Boainformacao.com.br 



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