Em 1983, Michael se ofereceu para pagar a renovação da mansão da família em Encino. Projetos novos são em sua maioria idéias de Michael. Katherine Jackson compartilha o projeto misterioso de Michael para sua família:
“Não suba no sótão,” ele ficava me avisando. “Sótão” foi o nome que nós demos para dois cômodos pequenos em cima da garagem. Eram naqueles cômodos que ele estava trabalhando.
“Bem, eu não vou subir,” eu assegurei a ele. Mesmo se eu tivesse tido vontade de dar uma espiada, e eu tive, eu não poderia. Michael mantinha a porta trancada.
Michael deixou que soubéssemos que ele estava preparando um presente para a família naqueles cômodos.
Um dia, finalmente, Michael disse, “Eu quero a família toda aqui. Nós vamos ter uma festa. Eu quero mostrar a vocês o que eu fiz para o sótão.”
Michael não precisou puxar ninguém pelo braço para ir até lá. Naquele ponto Joe e as outras crianças estavam tão curiosos quanto eu em relação ao projeto misterioso de Michael.
Michael trabalhou naquele sótão até o último segundo.
Mesmo quando estávamos todos reunidos na sala de jantar naquele dia, beliscando aperitivos preparados pela sua cozinheira Rane, Michael ainda ficava andando por todos os lados com trabalhadores, tentando dar os retoques finais naquele seu projeto especial. Alguma coisa deve ter dado errado, porque em certo momento eu o vi em lágrimas.
Seja qual tenha sido o problema, Michael aparentemente conseguiu resolver. Finalmente ele apareceu na sala de jantar e parecia muito mais feliz. Pedindo a atenção de todos (Michael sempre como um showman) ele anunciou. “Eu tenho uma surpresa para vocês.” Ele então nos levou silenciosamente ao lado de fora e até a porta que levava ao sótão. Subimos as escadas, em fila única.
Eu não sei quem era a última pessoa da fila, mas ele ou ela devia estar morrendo de expectativa. Todos que chegavam lá em cima soltavam um grito ou choravam.
O que Michael fez foi transformar os dois cômodos em uma versão fotográfica de “This is Your Life” (um tipo de programa/documentário que mostrava a história de vida das pessoas). Estrelado pela família Jackson.
“Tirar uma foto,” dizia a mensagem na placa que Michael havia colocado na parede, “é capturar um momento, parar o tempo. É preservar a maneira como fomos, a maneira como somos. Dizem que uma foto fala por milhares de palavras. Assim, com essas fotografias, eu vou recriar alguns momentos maravilhosos e mágicos em nossas vidas...”
Michael tinha conseguido fotos da minha coleção pessoal. Um dia quando eu não estava por perto, ele entrou no meu quarto, abriu a mala onde eu as deixava guardadas, e as pegou. As imagens ampliadas se espalhavam por cada centímetro de espaço da parede.
“Nós todos ficamos muito surpresos, muito comovidos. Michael ficou assistindo as nossas reações; era obviamente muito importante para ele que nós gostássemos do que tinha feito.”
Fonte: Blog Michael Jackson Immortal
domingo, 25 de novembro de 2012
Michael realiza sonho de garoto com aneurisma cerebral
Em 25 de novembro de 1992, Michael Jackson concedeu o desejo do jovem David Sonnet, a quem ele conhecera através da Make A Wish Foundation. O menino foi convidado a ir junto com outras crianças portadoras de deficiência, desde a fundação ao rancho Neverland.
Sonett sofreu um aneurisma cerebral aos 8 anos de idade, deixando-o apenas capaz de falar através de um dispositivo de comunicação que ajuda a transmitir seus pensamentos através de um computador especializado.
O jovem David tinha recebido a jaqueta 'Beat It' de uma instituição de caridade local em West Palm Beach, Flórida, que ele usava para seu encontro especial. Michael percebeu isso e diz: "Eu vejo que você tem minha jaqueta!
Entre as atividades David e sua mãe se divertiram nos brinquedos de Neverland e puderam brincar com o orangotango bebê de Michael, entre outras coisas.
Como David era incapaz de falar ou andar, ele e Michael compartilharam um "Eu te amo" por meio de linguagem de sinais. Visivelmente emocionado, Michael recebeu um leão de pelúcia e uma imagem de si mesmo a partir do jovem e disse ao menino que iria manter sua foto em seu quarto.
Antes e depois desse encontro, David Sonnet escreveu para Michael em várias ocasiões, e o cantor iria escrever de volta e incluir fotos e outras lembranças pessoais.
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| Para David. Sua carta fez o meu dia. Obrigado. Amor Michael Jackson |
Antes e depois desse encontro, David Sonnet escreveu para Michael em várias ocasiões, e ele sempre escrevia de volta com fotos e outras lembranças pessoais. Um chapéu de seu destaque neste leilão de WestPalm Beach, doado de Michael a Sonnet e ele enviava um cartão de agradecimento para o cantor, incluindo um cartão de casamento, quando ele se casou com Lisa Marie Presley, em 1994.
![]() |
| "Para David Sonnet com todo meu amor. Michael Jackson 1998" |
Ambas as vezes Michael respondeu com uma carta assinada e saudação. De acordo com Debbie Sonnet, mãe de David, a música de Michael ajudou a recuperar de um coma e sua sala de recuperação foi decorado com inúmeras fotos de astro e sua música foi tocada em todos os momentos.
Sonnet faleceu em 26 de julho de 2004.
Assista ao vídeo
Fonte de Pesquisa. MJFanClub.net
sábado, 10 de novembro de 2012
Como se faz um Ícone Pop!
Matéria do site: Público
O músico "compreendia e estudava muito a psicologia e o cérebro humano, sabia que o vermelho dilata as pupilas e que o olho se lembra do vermelho", afirma Bush sobre os casacos de Michael. E ser lembrado, inesquecível, é o objetivo maior e a definição de um Ícone Pop.
Marcel Danesi, professor de Semiótica e Antropologia Linguística na Universidade de Toronto, qualifica Marilyn Monroe ou Elvis Presley como Ícones Pop. São exemplos fáceis, testados pelo tempo, com imagem, talento e culto a condizer. E, neste contexto, o autor de Popular Culture associa esta expressão de "ícone pop", uma celebridade que ganha um estatuto que atravessa toda uma cultura e tempo, aos ícones religiosos. "A devoção dos fãs é do tipo religioso", escreve sobre Elvis.
"A cultura de celebridades substituiu de muitas maneiras a cultura religiosa no mundo contemporâneo." "Todos temos deuses, como disse Martin Luther King, é tudo uma questão de quais" adoramos, diz o jornalista e crítico cultural Chris Hedges, citado por Danesi, sobre a sociedade americana em Empire of Illusions - The end of literacy and the triumph of spectacle.
Os media, bebiam cada aparição pública de Michael e "mesmo quando a imprensa o atacava por algo que usava, ele ficava fascinado, porque as pessoas prestavam atenção". A imagem dele dizia tudo: "O Michael percebia que toda a gente quer ver um espectáculo." Bush contextualiza o trabalho com Michael numa era de editoras discográficas mais endinheiradas, com equipas e verbas para criar uma imagem, um pacote. "Para captar a atenção das pessoas, é preciso chocá-las, mas se não houver algo mais, elas vão à procura do próximo que os choque. Lady Gaga ou Katy Perry são hoje mestras desse valor do choque, porque tem algo por trás, um talento", opina Bush.
A primeira vez que Todd Gray fotografou Michael Jackson, em 1974, ele estava em estúdio com os restantes Jackson Five e com Stevie Wonder, atento às mãos do mestre que misturavam o som, isolado e pensativo. Usava calças que não lhe serviam, recorda Gray no livro de fotografia Michael Jackson, Before He Was King.
Em 1979, Gray via uma cena diferente: todos se afadigavam em torno de Michael, prestes a receber a platina por Off The Wall. Em palco, tudo brilhava. Ele ainda não era Rei, mas já sabia, como os Jackson Five, que as lantejoulas dos pés à cabeça tornariam indeléveis algumas imagens. Como as de uns pés impossivelmente verticais, com meias cravejadas de brilhantes.
"Se não me conseguem ver dançar, pra que é que estou aqui?", perguntava Michael, segundo conta o seu figurinista e amigo de décadas Michael Bush. "Ele queria que, ao fazer o Moonwalk em palco, de sapatos pretos, calças pretas, num fundo preto. As pessoas olhavam para os pés, porque antes de mais nada ele era um bailarino. Os olhos, com o branco e com o brilho, são obrigados a ir para lá, tal como as mãos - e daí a luva branca com brilhantes", explica Bush ao PÚBLICO, que acabou de lançar o livro de recordações, inéditos e esboços The King of Style: Dressing Michael Jackson.
Em 1979, Gray via uma cena diferente: todos se afadigavam em torno de Michael, prestes a receber a platina por Off The Wall. Em palco, tudo brilhava. Ele ainda não era Rei, mas já sabia, como os Jackson Five, que as lantejoulas dos pés à cabeça tornariam indeléveis algumas imagens. Como as de uns pés impossivelmente verticais, com meias cravejadas de brilhantes.
"Se não me conseguem ver dançar, pra que é que estou aqui?", perguntava Michael, segundo conta o seu figurinista e amigo de décadas Michael Bush. "Ele queria que, ao fazer o Moonwalk em palco, de sapatos pretos, calças pretas, num fundo preto. As pessoas olhavam para os pés, porque antes de mais nada ele era um bailarino. Os olhos, com o branco e com o brilho, são obrigados a ir para lá, tal como as mãos - e daí a luva branca com brilhantes", explica Bush ao PÚBLICO, que acabou de lançar o livro de recordações, inéditos e esboços The King of Style: Dressing Michael Jackson.
"E o mesmo é válido para o comprimento das calças - quanto maior o estádio, mais curtas as calças. Às vezes ficavam cinco centímetros mais curtas."
Bush está a viajar pelos cafés Hard Rock do mundo (passará por Lisboa em 2013) para assinalar o lançamento, a 30 de Outubro, do livro. Ao telefone a partir de Londres, repete como se sente humilde perante a adoração por Michael Jackson e pelo seu quinhão na construção (sim, porque os ícones pop são como um edifício, construídos e alicerçados de forma meticulosa) da imagem e do ícone, que morreu a 25 de Junho de 2009.
Bush, que com o seu falecido companheiro Dennis Tompkins trabalhou alguns dos seus figurinos e roupas, não viveu os anos Jackson Five, pré-blusão Thriller, pré-dourados dos anos 1990, em que se foca o livro de Gray. Mas em Before He Was King já mora o vermelho do cabedal de Beat It (sintomaticamente, a última vez que Gray fotografou Jackson), já um ícone.
Porque o Rei do Pop "tentava mergulhar na psicologia dos fãs", lembra Bush, e é da vontade de cativar as mulheres que vem, por exemplo, o "visual do uniforme militar", cuja construção e modelagem "nos põe direitos, ajustados ao corpo, favorecendo-nos". E hoje, Beyoncé "aparece com um casaco Balmain de inspiração militar, e o designer perde um pouco o seu nome, porque as pessoas dizem é que ela usou um casaco Michael Jackson".
Bush está a viajar pelos cafés Hard Rock do mundo (passará por Lisboa em 2013) para assinalar o lançamento, a 30 de Outubro, do livro. Ao telefone a partir de Londres, repete como se sente humilde perante a adoração por Michael Jackson e pelo seu quinhão na construção (sim, porque os ícones pop são como um edifício, construídos e alicerçados de forma meticulosa) da imagem e do ícone, que morreu a 25 de Junho de 2009.
Bush, que com o seu falecido companheiro Dennis Tompkins trabalhou alguns dos seus figurinos e roupas, não viveu os anos Jackson Five, pré-blusão Thriller, pré-dourados dos anos 1990, em que se foca o livro de Gray. Mas em Before He Was King já mora o vermelho do cabedal de Beat It (sintomaticamente, a última vez que Gray fotografou Jackson), já um ícone.
Porque o Rei do Pop "tentava mergulhar na psicologia dos fãs", lembra Bush, e é da vontade de cativar as mulheres que vem, por exemplo, o "visual do uniforme militar", cuja construção e modelagem "nos põe direitos, ajustados ao corpo, favorecendo-nos". E hoje, Beyoncé "aparece com um casaco Balmain de inspiração militar, e o designer perde um pouco o seu nome, porque as pessoas dizem é que ela usou um casaco Michael Jackson".
O músico "compreendia e estudava muito a psicologia e o cérebro humano, sabia que o vermelho dilata as pupilas e que o olho se lembra do vermelho", afirma Bush sobre os casacos de Michael. E ser lembrado, inesquecível, é o objetivo maior e a definição de um Ícone Pop.
Marcel Danesi, professor de Semiótica e Antropologia Linguística na Universidade de Toronto, qualifica Marilyn Monroe ou Elvis Presley como Ícones Pop. São exemplos fáceis, testados pelo tempo, com imagem, talento e culto a condizer. E, neste contexto, o autor de Popular Culture associa esta expressão de "ícone pop", uma celebridade que ganha um estatuto que atravessa toda uma cultura e tempo, aos ícones religiosos. "A devoção dos fãs é do tipo religioso", escreve sobre Elvis.
"A cultura de celebridades substituiu de muitas maneiras a cultura religiosa no mundo contemporâneo." "Todos temos deuses, como disse Martin Luther King, é tudo uma questão de quais" adoramos, diz o jornalista e crítico cultural Chris Hedges, citado por Danesi, sobre a sociedade americana em Empire of Illusions - The end of literacy and the triumph of spectacle.
Bastidores Bem Recheados
Michael Jackson era uma destas figuras, comunicado pelos media, "a igreja da cultura pop", segundo Danesi, tornado ícone por eles e pelos seus fiéis. Seguido por milhões, defendido por outros tantos, excêntrico e investigado e acusado por vários crimes envolvendo crianças na fase descendente da sua carreira, era também um talento, um músico e, acima de tudo, um bailarino, como Michael Bush não se cansa de frisar. E como não cabe apenas a media a geração de ícones, o sucesso de Jackson, mas também de Lady Gaga ou Katy Perry, exemplos atuais, depende de bastidores bem recheados. Stefani Germanotta, aliás Lady Gaga, leu vorazmente Warhol e teses sobre Warhol, definidor dos "15 minutos de fama" e eternizador de celebridades como arte. E aí começou o período em que "ela nunca está à paisana", como descreve Martin Kierszenbaum, da editora de Gaga, e em que os criadores de moda do mundo inteiro lhe enviam ideias e roupas.
O seu stylist, Nicola Formichetti, foi recentemente promovido a designer da influente e extrema marca francesa Thierry Mugler, uma das favoritas de Gaga. Roberto Cavalli, outro excessivo do sexy na moda, vestiu toda uma digressão de Christina Aguilera.
A imagem é tudo, e se Madonna também se eternizou com os seus cones cor-de-rosa desenhados por Jean Paul Gaultier, Bush e Tompkins costuraram o seu contributo para a eternidade com os anos passados com Michael Jackson, a vê-lo dançar "às vezes cinco ou sete horas por dia para ver, sentados a um canto, como é que o corpo dele reagia à música". E ele dizia-lhes, segundo o figurinista: "Eu danço o ritmo, o vosso trabalho é ajudar-me a mostrar o ritmo."
Esse trabalho começava sobretudo depois das gravações de um álbum e era uma troca em que os três desenhavam, de lápis e borracha nas mãos. "Era um contorno preliminar e, à medida que ia sendo feito, ele ia provando e compreendíamos melhor como ia funcionar na dança dele." Quando lhe perguntamos quais os ingredientes essenciais para a imagem de uma estrela pop, Bush nunca consegue descolar de Michael, apesar de ter trabalhado com outras estrelas, de Britney Spears (desenhou as roupas do vídeo Oops!... I did it again) a Elizabeth Taylor.
"No caso do Michael, era tudo pensado, havia um plano de ataque para abordar [cada visual]. Cada vez que o víamos [em público], ele vestia sempre algo diferente" e tinha a ambição de forçar os limites a cada imagem. A partir de certa altura, Michael rejeitou os quilos de revistas de moda que lhe levavam para se inspirar (e os criadores de moda inspiravam-se, e ainda se inspiram, nele), preferindo conhecer o pulsar da rua. Enviou Bush e Tompkins para as discotecas e ruas de Amesterdã, de Paris, Londres, onde perguntavam às pessoas o que as inspirava para se vestirem. "Chegavam a responder-nos que estavam à espera de saber o que o Michael Jackson ia usar."
A imagem é tudo, e se Madonna também se eternizou com os seus cones cor-de-rosa desenhados por Jean Paul Gaultier, Bush e Tompkins costuraram o seu contributo para a eternidade com os anos passados com Michael Jackson, a vê-lo dançar "às vezes cinco ou sete horas por dia para ver, sentados a um canto, como é que o corpo dele reagia à música". E ele dizia-lhes, segundo o figurinista: "Eu danço o ritmo, o vosso trabalho é ajudar-me a mostrar o ritmo."
Esse trabalho começava sobretudo depois das gravações de um álbum e era uma troca em que os três desenhavam, de lápis e borracha nas mãos. "Era um contorno preliminar e, à medida que ia sendo feito, ele ia provando e compreendíamos melhor como ia funcionar na dança dele." Quando lhe perguntamos quais os ingredientes essenciais para a imagem de uma estrela pop, Bush nunca consegue descolar de Michael, apesar de ter trabalhado com outras estrelas, de Britney Spears (desenhou as roupas do vídeo Oops!... I did it again) a Elizabeth Taylor.
"No caso do Michael, era tudo pensado, havia um plano de ataque para abordar [cada visual]. Cada vez que o víamos [em público], ele vestia sempre algo diferente" e tinha a ambição de forçar os limites a cada imagem. A partir de certa altura, Michael rejeitou os quilos de revistas de moda que lhe levavam para se inspirar (e os criadores de moda inspiravam-se, e ainda se inspiram, nele), preferindo conhecer o pulsar da rua. Enviou Bush e Tompkins para as discotecas e ruas de Amesterdã, de Paris, Londres, onde perguntavam às pessoas o que as inspirava para se vestirem. "Chegavam a responder-nos que estavam à espera de saber o que o Michael Jackson ia usar."
Os media, bebiam cada aparição pública de Michael e "mesmo quando a imprensa o atacava por algo que usava, ele ficava fascinado, porque as pessoas prestavam atenção". A imagem dele dizia tudo: "O Michael percebia que toda a gente quer ver um espectáculo." Bush contextualiza o trabalho com Michael numa era de editoras discográficas mais endinheiradas, com equipas e verbas para criar uma imagem, um pacote. "Para captar a atenção das pessoas, é preciso chocá-las, mas se não houver algo mais, elas vão à procura do próximo que os choque. Lady Gaga ou Katy Perry são hoje mestras desse valor do choque, porque tem algo por trás, um talento", opina Bush.
Como amigo e profissional cuja carreira deve muito a Michael Jackson, Bush considera que "haverá outros performers que serão tão divertidos como Michael, mas ele não aprendeu a fazer o que fazia - simplesmente saía dele, foi um dom de Deus". Sobre a atual fábrica de ídolos e a sua busca de imagens fortes, Michael Bush percebe, mas preocupa-se com os reality shows em que os concorrentes "estão muito ocupados a tentar aprender a cantar, a tentar tornar-se estrelas pop, mas ainda não têm a sua própria música, o seu próprio estilo", nem verbas para ter "stylists ou designers a ajudá-los a encontrar o seu nicho, a definir o caminho da sua imagem". Numa visão típica da pop, auto-centrada, Bush postula sobre ídolos e ícones: "A indústria musical é 50% imagem, 50% voz. E se não se tem uma dessas coisas, tendem a perder-se".
domingo, 4 de novembro de 2012
"Sisterella"
Michael Jackson foi Produtor Executivo do musical "Sisterella" talvez o único projeto em que ele tenha seu nome ligado sem ser de sua própria criação!
"Sisterella", é um musical pop/R&B, escrito e dirigido por Larry Hart que é vagamente baseado no mundialmente renomado conto de fadas, "Cinderela". O musical fez a sua estréia em Los Angeles na prestigiada Pasadena Playhouse, em 1996, abrindo, com várias críticas, vários prêmios e distinções, quebrando e segurando o recorde de 85 anos como sendo o show mais bem sucedido na história da Pasadena Playhouse.
Em novembro de 1996, “Sisterella” ganhou oito prêmios NAACP Teatro (de 12 nomeações), mais do que qualquer outra produção: Melhor Espetáculo, Melhor Diretor (David Simmons), Melhor Diretor Musical (Matthew Sklar), Melhor Cenografia (Gary Wissman ), Melhor Ator Performance Coadjuvante (Ralph Cole, Jr.), Melhor Atriz de Performance (Cason Yvette), Melhor Figurino (Pasquale Spezzano), Melhor Coreografia (Raymond G. del Barrio).
O musical logo estará de volta e será estrelado por Flavor Flav, Taylor Dayne e pelo sobrinho de Michael, TJ Jackson que irá representar o papel do príncipe Jean Luc.
Larry Hart sobre Michael:
"É com profunda tristeza que eu perdi meu amigo, Michael Jackson. Michael era um parceiro de negócio, que se tornou um amigo querido. Eu sou o único compositor da terra a quem Michael Jackson tem seu nome ligado a um projeto que não era de sua criação. Michael foi o produtor executivo (Juntamente com Jerry Greenberg), apresentador e investidor com sua gravadora, a MJJ musical do meu musical “Sisterella”. Com seu apoio, Sisterella passou a fazer grandes coisas. Enquanto em Los Angeles, Sisterella recebeu críticas elogiosas, 12 NAACP indicações ao Prêmio Teatro e 8 N.A.A.C.P. Teatro Prêmios, incluindo Melhor Espetáculo e Melhor Diretor. Na Europa, Sisterella foi votada o show da década.
Michael Jackson mudou a minha vida com a sua crença em mim, o seu apoio, e seu talento extraordinário. Aprendi muitas técnicas novas com Michael no estúdio durante a gravação do álbum lançado para Sisterella, e os meus dias trabalhando no álbum com a Sony Music e naMJJ serão sempre acarinhados. Michael influenciou tanto Sisterella, a partir da música, os figurinos da premiada coreografia de Raymond G. del Barrio. Sisterella foi, de muitas maneiras uma homenagem para Michael. É foi um momento extraordinário na minha vida, tornada possível por um homem extraordinário.
Para comemorar o sucesso do Sisterella, quando estreeou em Los Angeles, Michaelorganizou um celebração em Neverland, e convidou a minha família e todo o elenco para um dia como nenhum outro. Essa visita se tornou a primeira de muitas. No encerramento do dia em Pasadena Playhouse, Michael chegou a ver-nos antes de sairmos para ir em turnê na Europa. Para a turnê européia, Michael novamente foi o apresentador e produtor executivo deSisterella. Para este dia, eu atribuo o sucesso de Sisterella ao Michael, sua amizade e apoio.A última vez que eu ouvi Michael foi no último Outubro. Ele deixou uma mensagem de voz para mim, para cantar parabéns para mim. Eu não tinha ouvido falar dele a algum tempo, e essa mensagem é mais pungente hoje, assim como surpreendente e tocante.
Vou sentir falta do meu amigo Michael. Você mudou a minha vida e eu sempre vou te amar."
Vou sentir falta do meu amigo Michael. Você mudou a minha vida e eu sempre vou te amar."
FACEBOOK: Michael Peter Duck - MJ Soldiers
sábado, 27 de outubro de 2012
Seleção de Músicas #1
- We Be Ballin' de Ice Cube com Michael Jackson e Shaquille O'Neal.
Este remix de 1998 ia ser lançado numa coletânea da NBA programada para ser lançada no final de 1997 e também ia ser apresentados nos comerciais da campan
ha "I Love This Game" da NBA.
Michael Jackson foi convidado para participar do projeto por Shaquille O'Neal que tinha participado anteriormente da faixa "2 Bad" do álbum de MJ HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995). Todo o projeto acabou sendo arquivado devido a uma greve iniciada pelos jogadores contra a liga naquele ano.
A música é uma versão da 'We Be Clubbin', o primeiro single da trilha sonora de Ice Cube, The Player's Club. O single não foi um grande sucesso, só chegando ao #32 na parada de singles Rhythmic Top 40.
Ao contrário de We Be Clubbin', a canção We Be Ballin' não tem linguagem vulgar.
Michael Jackson foi convidado para participar do projeto por Shaquille O'Neal que tinha participado anteriormente da faixa "2 Bad" do álbum de MJ HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995). Todo o projeto acabou sendo arquivado devido a uma greve iniciada pelos jogadores contra a liga naquele ano.
A música é uma versão da 'We Be Clubbin', o primeiro single da trilha sonora de Ice Cube, The Player's Club. O single não foi um grande sucesso, só chegando ao #32 na parada de singles Rhythmic Top 40.
Ao contrário de We Be Clubbin', a canção We Be Ballin' não tem linguagem vulgar.
- "Mind is the Magic"
Esta é uma das inúmeras músicas arquivadas do álbum 'Dangerous'. Na turnê This is It, trechos da canção foram usados na coreografia de "The Drill".
- "Got The Hots"
Está é uma das músicas arquivadas do álbum 'Thriller'. Em 2008, a canção foi incluída da edição japonesa de Thriller 25th Anniversary Edition.
- "Ride With Me"
Essa é uma das inúmeras canções arquivadas do álbum 'Invincible'. Em 2006 foi lançada no álbum Versatility de Rodney Jerkins, com Michael nos vocais.
- "Do The Bartman" (Os Simpsons)
Foi o primeiro single do álbum 'The Simpsons Sing the Blues' foi lançado em Setembro de 1990. Interpretada pela dubladora de Bart Simpson, Nancy Cartwright e lançada em 20 de novemb
ro de 1990.
No verão de 1990 do hemisfério norte, começaram boatos de que Michael escreveria uma canção para Bart no disco. Esta faixa foi inicialmente cogitada a ser "
Do the Bartman", mas o produtor executivo James L. Brooks emitiu um comunicado em setembro de 1990 pedindo desculpas pelo mal-entendido e afirmando que a obra foi escrita por um dos amigos de Michael, Bryan Loren.
No entanto, o criador de The Simpsons, Matt Groening revelou durante uma aparição na World Animation Celebration de 1998 em Pasadena, Califórnia que "Do the Bartman" foi realmente co-composta e co-produzida por Michael, mas ele não foi creditado, pois estava de contrato assinado com outra gravadora.
Groening disse ao público do evento que se reunira para uma homenagem ao The Simpsons de que "Sempre foi incrível pra mim como ninguém jamais descobriu que Michael escreveu aquela canção. Ele é um grande fã do show."
Michael era fã da série, especialmente Bart, e ligou para os produtores oferecendo-se a escrever uma música para o personagem e fazer uma participação especial no show.
Michael, eventualmente, co-estrelou o episódio "Stark Raving Dad" sob o pseudônimo de John Jay Smith. Ele também escreveu uma música chamada "Happy Birthday Lisa" para este episódio, que mais tarde foi incluída no álbum Songs in the Key of Springfield. Foi relatado pela revista Variety que o artista também gravou os vocais de fundo para "Do the Bartman".
No entanto, o criador de The Simpsons, Matt Groening revelou durante uma aparição na World Animation Celebration de 1998 em Pasadena, Califórnia que "Do the Bartman" foi realmente co-composta e co-produzida por Michael, mas ele não foi creditado, pois estava de contrato assinado com outra gravadora.
Groening disse ao público do evento que se reunira para uma homenagem ao The Simpsons de que "Sempre foi incrível pra mim como ninguém jamais descobriu que Michael escreveu aquela canção. Ele é um grande fã do show."
Michael era fã da série, especialmente Bart, e ligou para os produtores oferecendo-se a escrever uma música para o personagem e fazer uma participação especial no show.
Michael, eventualmente, co-estrelou o episódio "Stark Raving Dad" sob o pseudônimo de John Jay Smith. Ele também escreveu uma música chamada "Happy Birthday Lisa" para este episódio, que mais tarde foi incluída no álbum Songs in the Key of Springfield. Foi relatado pela revista Variety que o artista também gravou os vocais de fundo para "Do the Bartman".
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Músicas Arquivadas do álbum Invincible
- "(I Can't Make It) Another Day" (Michael Jackson) - Faixa lançada em 2010 no álbum póstumo, Michael.
- "Beautiful Girl" (Michael Jackson) - Lançada em 2004 na coletânea The Ultimate Collection
- "Creep In'" (Michael Jackson)
- "Crush" (Michael Jackson/Lenny Kravitz)
- "Do You Love Me" (Babyface)
- "Do You Want Me" (Sisqo/Dru Hill)
- "Easy" (Michael Jackson)
- "Ekam Satyam (The One Truth)" (Michael Jackson/A.R. Rahman)
- "Xscape" (Michael Jackson)
- "Fall Again" (Walter Afanasieff/Robin Thicke) - Lançada como lado B do single "Is It Scary" em 1997, a versão finalizada foi lançado no The Ultimate Collection de 2004.
- "House Of Style" (Michael Jackson/Teddy Riley/Tyrese Gibson/Andre Harris)
- "I Have This Dream" (Michael Jackson/Carole Bayer Sager/David Foster/Ric Kipp)
- "Keep On"(Michael Jackson)
- "Kick It" (Michael Jackson/Rodney Jerkins/LaShawn Daniels/Norman Gregg)
- "Maybe We Can Do It" (Michael Jackson/P. Diddy/Rodney Jerkins)
- "New Attitudes" (Michael Jackson)
- "On My Anger" (Michael Jackson/Teddy Riley)
- "Ride With Me" (Michael Jackson/Rodney Jerkins) - Lançada no álbum Versatility de Rodney Jerkins em 2006.
- "Secret Passage" (Michael Jackson)
- "Seeing Voices" (Sidney Fine)
- "She Was Loving Me" (Mark C. Rooney/Michael Jackson)
- "Shout" (Michael Jackson/Teddy Riley/Claudio Forbes/Samuel Hoskins/Carmen Lampson) - Lançada como lado B do single Cry
- "Soldier's Entrance" (Michael Jackson)
- "The Way You Love Me" (Michael Jackson) - Incluída no The Ultimate Collection de 2004 e posteriormente com novos arranjos e com o nome "(I Like) The Way You Love Me" no álbum Michael
- "This Is Our Time" (Michael Jackson/Lauryn Hill/David Foster)
- "Triple Threat Cable" (Michael Jackson)
- "Tubeway" (Michael Jackson)
- "Vibrationist" (Michael Jackson/Teddy Riley)
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Meninos de 7 à 15 anos disputam vaga no musical "Thriller Live"
Eram cerca de 3h desta terça (23), quando o carioca de 11 anos Isaque Michael, nome artístico que criou em homenagem ao ídolo Michael Jackson, chegou acompanhado da mãe ao terminal da Barra Funda, em São Paulo. “Quando cheguei, olhei para ele, olhei para a rodoviária e pensei: ‘o que eu estou fazendo aqui?’”.Carregando três malas, a mãe Rosangela Rosa fez uma “vaquinha” com os amigos para trazer o filho de ônibus para as audições do musical que apresenta a trajetória do Rei do Pop. “Thriller Live” tem temporada no Brasil a partir de fevereiro e procura nesta semana um jovem cantor para interpretar o músico no início da carreira com os Jacksons Five.
Com o cabelo encaracolado até o ombro e um ingênuo e contagiante sorriso, Isaque segura nas pequenas mãos trêmulas folhas amassadas com as letras que imprimiu em sites de tradução. “Gosto mais de dançar, comecei a cantar faz pouco tempo. Mas gosto muito do Michael Jackson”, diz em conversa com o UOL nos bastidores das audições.
Entre os garotos, que têm de 7 a 15 anos e diferentes cores, cabelos, tamanhos e classes sociais, Isaque chama atenção pela sua semelhança física com o astro. Mas os jurados antecipam que não é só isso que estão procurando.A missão de Isaque, e dos outros candidatos, é cantar “I’ll Be There”, “Music in Me” e “I Want You Back” para os jurados de música e dança John Maher e Gary Lloyd, responsáveis pela versão inglesa do espetáculo. “Na época dos Jacksons 5, Michael era uma criança, também sem oportunidade de ter aulas de canto. Buscamos esse talento natural, alguém puro e afinado que possamos moldar”, explica Maher.
“A cor é o que menos importa, queremos alguém que possa se sentir seguro no palco e que sinta a música. Preferimos um menino branco com uma boa voz do que uma menina para o papel”, diz Lloyd. “Para gente não importa se é negro ou branco”, completa Lloyd, fazendo um trocadilho com “Black Or White”.
Quatro dos cerca de 50 inscritos serão escolhidos para se revezar nas apresentações do musical no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, respectivamente. Até as estreias em 2013, as crianças farão preparação vocal, além de aulas de dança e reforço escolar.
Chega a hora de Isaque enfrentar a bancada dos jurados, que funciona como a de um reality musical, e terá trechos das avaliações exibidos durante o programa “O Melhor do Brasil”, de Rodrigo Faro, em dezembro.Ainda segurando firmemente suas folhas e um pouco mais seguro após uma rápida aula com o preparador vocal Marconi, Isaque enxuga as lágrimas que ameaçam cair e arrisca começar com “I Want You Back”, hit da Motown, lançado em 1969. Erra a afinação, erra a letra, erra os tempos, mas abre a garganta nas notas agudas com a mesma suavidade de Michael e conquista os jurados com o sorriso. “Sorria mais, se divirta”, diz Maher.
Isaque passa por uma nova etapa nesta quinta, antes de voltar para o Rio.
"Michael Jackson era único", diz produtor do musical
O musical tem duas horas e meia de duração e vai dos Jacksons 5 até a última turnê de MJ. Surgiu como ideia em 2006, quando Michael ainda estava vivo e autorizou a produção. A primeira encenação foi realizada em Londres, em 2009, como parte das homenagens pela sua morte em junho do mesmo ano. "Thriller Live" já foi apresentado na Alemanha, Holanda, Escandinávia e agora chega ao Brasil.
Questionados se existe a esperança de encontrar um novo Michael durante as audições da turnê, Lloyd diz que não. "Esperamos encontrar pelo menos o nosso Michael. Achar outro é impossível. Michael Jackson era único."
Terra
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