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sábado, 10 de novembro de 2012

Como se faz um Ícone Pop!

Matéria do site: Público


A primeira vez que Todd Gray fotografou Michael Jackson, em 1974, ele estava em estúdio com os restantes Jackson Five e com Stevie Wonder, atento às mãos do mestre que misturavam o som, isolado e pensativo. Usava calças que não lhe serviam, recorda Gray no livro de fotografia Michael Jackson, Before He Was King.

Em 1979, Gray via uma cena diferente: todos se afadigavam em torno de Michael, prestes a receber a platina por Off The Wall. Em palco, tudo brilhava. Ele ainda não era Rei, mas já sabia, como os Jackson Five, que as lantejoulas dos pés à cabeça tornariam indeléveis algumas imagens. Como as de uns pés impossivelmente verticais, com meias cravejadas de brilhantes.

"Se não me conseguem ver dançar, pra que é que estou aqui?", perguntava Michael, segundo conta o seu figurinista e amigo de décadas Michael Bush. "Ele queria que, ao fazer o Moonwalk em palco, de sapatos pretos, calças pretas, num fundo preto. As pessoas olhavam para os pés, porque antes de mais nada ele era um bailarino. Os olhos, com o branco e com o brilho, são obrigados a ir para lá, tal como as mãos - e daí a luva branca com brilhantes", explica Bush ao PÚBLICO, que acabou de lançar o livro de recordações, inéditos e esboços The King of Style: Dressing Michael Jackson.

"E o mesmo é válido para o comprimento das calças - quanto maior o estádio, mais curtas as calças. Às vezes ficavam cinco centímetros mais curtas."
Bush está a viajar pelos cafés Hard Rock do mundo (passará por Lisboa em 2013) para assinalar o lançamento, a 30 de Outubro, do livro. Ao telefone a partir de Londres, repete como se sente humilde perante a adoração por Michael Jackson e pelo seu quinhão na construção (sim, porque os ícones pop são como um edifício, construídos e alicerçados de forma meticulosa) da imagem e do ícone, que morreu a 25 de Junho de 2009.

Bush, que com o seu falecido companheiro Dennis Tompkins trabalhou alguns dos seus figurinos e roupas, não viveu os anos Jackson Five, pré-blusão Thriller, pré-dourados dos anos 1990, em que se foca o livro de Gray. Mas em Before He Was King já mora o vermelho do cabedal de Beat It (sintomaticamente, a última vez que Gray fotografou Jackson), já um ícone

Porque o Rei do Pop "tentava mergulhar na psicologia dos fãs", lembra Bush, e é da vontade de cativar as mulheres que vem, por exemplo, o "visual do uniforme 
militar", cuja construção e modelagem "nos põe direitos, ajustados ao corpo, favorecendo-nos". E hoje, Beyoncé "aparece com um casaco Balmain de inspiração militar, e o designer perde um pouco o seu nome, porque as pessoas dizem é que ela usou um casaco Michael Jackson".

O músico "compreendia e estudava muito a psicologia e o cérebro humano, sabia que o vermelho dilata as pupilas e que o olho se lembra do vermelho", afirma Bush sobre os casacos de Michael. E ser lembrado, inesquecível, é o objetivo maior e a definição de um Ícone Pop

Marcel Danesi, professor de Semiótica e Antropologia Linguística na Universidade de Toronto, qualifica Marilyn Monroe ou Elvis Presley como Ícones Pop. São exemplos fáceis, testados pelo tempo, com imagem, talento e culto a condizer. E, neste contexto, o autor de Popular Culture associa esta expressão de "ícone pop", uma celebridade que ganha um estatuto que atravessa toda uma cultura e tempo, aos ícones religiosos. "A devoção dos fãs é do tipo religioso", escreve sobre Elvis.

"A cultura de celebridades substituiu de muitas maneiras a cultura religiosa no mundo contemporâneo." "Todos temos deuses, como disse Martin Luther King, é tudo uma questão de quais" adoramos, diz o jornalista e crítico cultural Chris Hedges, citado por Danesi, sobre a sociedade americana em Empire of Illusions - The end of literacy and the triumph of spectacle. 

Bastidores Bem Recheados

Michael Jackson era uma destas figuras, comunicado pelos media, "a igreja da cultura pop", segundo Danesi, tornado ícone por eles e pelos seus fiéis. Seguido por milhões, defendido por outros tantos, excêntrico e investigado e acusado por vários crimes envolvendo crianças na fase descendente da sua carreira, era também um talento, um músico e, acima de tudo, um bailarino, como Michael Bush não se cansa de frisar. E como não cabe apenas a media a geração de ícones, o sucesso de Jackson, mas também de Lady Gaga ou Katy Perry, exemplos atuais, depende de bastidores bem recheados. Stefani Germanotta, aliás Lady Gaga, leu vorazmente Warhol e teses sobre Warhol, definidor dos "15 minutos de fama" e eternizador de celebridades como arte. E aí começou o período em que "ela nunca está à paisana", como descreve Martin Kierszenbaum, da editora de Gaga, e em que os criadores de moda do mundo inteiro lhe enviam ideias e roupas.

O seu stylist, Nicola Formichetti, foi recentemente promovido a designer da influente e extrema marca francesa Thierry Mugler, uma das favoritas de Gaga. Roberto Cavalli, outro excessivo do sexy na moda, vestiu toda uma digressão de Christina Aguilera.

A imagem é tudo, e se Madonna também se eternizou com os seus cones cor-de-rosa desenhados por Jean Paul Gaultier, Bush e Tompkins costuraram o seu contributo para a eternidade com os anos passados com Michael Jackson, a vê-lo dançar "às vezes cinco ou sete horas por dia para ver, sentados a um canto, como é que o corpo dele reagia à música". E ele dizia-lhes, segundo o figurinista: "Eu danço o ritmo, o vosso trabalho é ajudar-me a mostrar o ritmo."

Esse trabalho começava sobretudo depois das gravações de um álbum e era uma troca em que os três desenhavam, de lápis e borracha nas mãos. "Era um contorno preliminar e, à medida que ia sendo feito, ele ia provando e compreendíamos melhor como ia funcionar na dança dele." Quando lhe perguntamos quais os ingredientes essenciais para a imagem de uma estrela pop, Bush nunca consegue descolar de Michael, apesar de ter trabalhado com outras estrelas, de Britney Spears (desenhou as roupas do vídeo Oops!... I did it again) a Elizabeth Taylor.

"No caso do Michael, era tudo pensado, havia um plano de ataque para abordar [cada visual]. Cada vez que o víamos [em público], ele vestia sempre algo diferente" e tinha a ambição de forçar os limites a cada imagem. A partir de certa altura, Michael rejeitou os quilos de revistas de moda que lhe levavam para se inspirar (e os criadores de moda inspiravam-se, e ainda se inspiram, nele), preferindo conhecer o pulsar da rua. Enviou Bush e Tompkins para as discotecas e ruas de Amesterdã, de Paris, Londres, onde perguntavam às pessoas o que as inspirava para se vestirem. "Chegavam a responder-nos que estavam à espera de saber o que o Michael Jackson ia usar." 



Os media, bebiam cada aparição pública de Michael e "mesmo quando a imprensa o atacava por algo que usava, ele ficava fascinado, porque as pessoas prestavam atenção". A imagem dele dizia tudo: "O Michael percebia que toda a gente quer ver um espectáculo." Bush contextualiza o trabalho com Michael numa era de editoras discográficas mais endinheiradas, com equipas e verbas para criar uma imagem, um pacote. "Para captar a atenção das pessoas, é preciso chocá-las, mas se não houver algo mais, elas vão à procura do próximo que os choque. Lady Gaga ou Katy Perry são hoje mestras desse valor do choque, porque tem algo por trás, um talento", opina Bush

Como amigo e profissional cuja carreira deve muito a Michael Jackson, Bush considera que "haverá outros performers que serão tão divertidos como Michael, mas ele não aprendeu a fazer o que fazia - simplesmente saía dele, foi um dom de Deus". Sobre a atual fábrica de ídolos e a sua busca de imagens fortes, Michael Bush percebe, mas preocupa-se com os reality shows em que os concorrentes "estão muito ocupados a tentar aprender a cantar, a tentar tornar-se estrelas pop, mas ainda não têm a sua própria música, o seu próprio estilo", nem verbas para ter "stylists ou designers a ajudá-los a encontrar o seu nicho, a definir o caminho da sua imagem". Numa visão típica da pop, auto-centrada, Bush postula sobre ídolos e ícones: "A indústria musical é 50% imagem, 50% voz. E se não se tem uma dessas coisas, tendem a perder-se".



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Feliz Dia das Crianças!!!!

Toda Criança é uma Canção
Michael Jackson

Quando as crianças escutam música, elas não apenas a ouvem. Elas se dissolvem na melodia e seguem o ritmo. Algo dentro delas abre asas – logo, criança e música se fundem. Sinto o mesmo quando eu ouço música, e passei meus melhores momentos de criação com crianças. Quando estou com elas, a música é tão fácil quanto respirar.
Toda canção é uma criança que nutro, e a quem dou meu amor. Mas mesmo que nunca tenha composto uma, sua vida é uma canção. Como poderia ser diferente? Onda a onda, a natureza o acolhe – o ritmo, depois de cada nascer e pôr do sol, faz parte de nós; a chuva toca nossa alma, e vemo-nos com as nuvens, brincando de pique com o sol. Viver é ser musical, a começar pelo sangue que dança em nossas veias. Tudo o que vive possui um ritmo. Sentir cada ritmo, devagar e atentamente, faz com que ouçamos a música.
Consegue sentir a música?
As crianças, sim, mas depois crescem, a vida se torna pesada e um fardo, e a música, inaudível. Às vezes, o coração pesa tanto que nos afastamos dele, e esquecemos que suas batidas são a mensagem mais sábia da vida, um bilhete em branco, que diz: “Viva, seja, mexa-se, desfrute: você está vivo”. Sem o ritmo do coração, nós não existiríamos.
Quando me sinto cansado ou sobrecarregado, as crianças me animam. Busco nelas uma nova vida, uma nova música. Dois olhos castanhos me olham tão atentos, com tanta inocência, que murmuro para mim mesmo:
- Esta criança é uma canção.
É uma experiência tão impactante, que imediatamente percebo:
- Também sou uma canção.
E desperto para mim mesmo outra vez.



de A Dança dos Sonhos



Joias e pérolas: o estilo de Michael Jackson


Reuters
Michael Jackson foi um artista único, que supervisionava todos os detalhes de seus shows, da coreografia ao strass e pérolas cuidadosamente costuradas à mão em suas roupas, disse seu antigo figurinista.
Tanto quanto a música e a dança caracterizaram a superestrela do pop, Michael também ficou conhecido por seu estilo, de roupas militares a luvas incrustadas de joias, chapéus e jaquetas cuidadosamente elaboradas.
Em um novo livro, "O Rei do Estilo: Vestindo Michael Jackson", em tradução livre, Michael Bush, o homem que desenhou e costurou os figurinos que Michael usou no palco por 25 anos até a morte do pop star em 2009, apresenta uma visão dos bastidores do astro icônico e do desenvolvimento do estilo que se tornou sua marca registrada.
"As roupas tinham que trabalhar em torno do modo como ele estava se apresentando", disse Bush à Reuters em uma entrevista por telefone. "Era uma camada adicional de refinamento e detalhe que ele projetava para sua audiência."
Tudo que Michael vestia tinha um foco e era uma extensão do que ele fazia no palco, com a dança tendo um papel fundamental no design das roupas. Ele preferia strass e miçangas porque elas refletiam com a luz do palco.
Funcionalidade e conforto eram essencial, com gravatas e franjas proibidas porque poderiam ser agarradas por fãs.
"Tudo era muito bem pensado", disse Bush, acrescentando que na medida que os estádios ficavam maiores, as calças de Michael ficavam cada vez menores, para que suas meias de strass pudessem ser vistas.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Nova biografia de Michael Jackson gera conflitos entre a Vanity Fair e o Espólio do Rei do Pop


O livro 'Untouchable' de Randall Sullivan, com lançamento previsto para novembro nos EUA, relata a gana de irmãos e até da mãe do astro para colocar as mãos em sua herança milionária.

Site Veja:

Se as notícias sobre as brigas na família pela herança de Michael Jackson já revoltaram os fãs, a biografia que o jornalista Randall Sullivan lança nos Estados Unidos sobre o astro, no mês que vem, promete deixá-los ainda mais raivosos. Em Untouchable (Intocável, em tradução direta), o autor conta detalhes sórdidos sobre como os irmãos e até a mãe do astro passaram por cima de sua memória para colocar as mãos em sua herança milionária, logo após sua morte. 

Segundo trechos do livro publicados pela revista Vanity Fair, o corpo de Michael demorou mais de três meses para ser enterrado por causa de Janet Jackson. A irmã famosa impediu que o enterro fosse realizado antes do espólio do músico lhe reembolsar os 40 mil dólares gastos por ela para garantir um túmulo no cemitério Forest Lawn, em Los Angeles

Seguranças da casa onde Michael morava com os filhos contaram ao jornalista que horas após a morte do popstar, La Toya e o namorado pediram para entrar na mansão. A mãe, Katherine Jackson, apareceu em seguida e ligou para Grace Rwaramba, babá de longa data dos netos, com um objetivo claro: descobrir onde o filho guardava os sacos cheios de dinheiro. "Grace, as crianças não param de chorar e perguntar por você. Elas não acreditam que o pai morreu. Por acaso, você sabe onde Michael guardava o dinheiro?", quis saber Katherine, que, como o resto da família, conhecia o hábito do cantor de esconder cédulas embaixo de carpetes e dentro de sacos de lixo pretos. 
No dia seguinte, a babá contou ter visto Janet Jackson encher uma van com sacos pretos. 
Sequestro de Katherine Jackson A publicação também apresenta a versão da mãe de Michael sobre o seu desaparecimento no fim de julho. Ela disse que foi examinada pelo médico Allen Metzger a mando da filha Janet. Foi detectada uma elevação em sua pressão sanguínea e por isso Metzger a proibiu de viajar de carro para a cidade de Albuquerque, no Novo México, onde iria assistir ao show dos filhos na turnê Unity Tour. Só depois de entrar no avião particular, Katherine descobriu que estava indo para a cidade de Tucson, no Arizona, onde Janet a aguardava no spa Miraval. A manobra, porém, segundo fontes ligadas à família, teria sido articulada pelos irmãos Randy, Jermaine, Janet, Tito e Rebbie Jackson para se apoderar da herança milionária deixada pelo músico. 
Katherine ficou ausente da casa onde morava com os filhos de Michael por dez dias, o que culminou na suspensão de seu posto como guardiã legal dos netos. Em seguida, o Tribunal Superior do condado de Los Angeles determinou que a custódia de Prince, Paris e Blanket fosse dividida entre Katherine e seu neto, Tito Joe Jackson
                                          ......................................................................

O Espólio de Michael Jackson lançou uma nota de repúdio contra a Vanity Fair nesse artigo que incita teorias da conspiração de Randall Sullivan.

Chamou as informações de infelizes e de mal gosto por sugerir que o Espólio tenha r
elações com a AEG Live e, por isso, não entrou com Katherine Jackson no processo contra a produtora de shows.

Uma outra teoria é que o Espólio seria responsável pelo atraso do enterro do cantor e também à contestação do testamento.

"Nosso compromisso é e sempre foi o legado de Michael, seus beneficiários, seus fãs e o espírito de um artista extraordinário e humanitário que continua a tocar o mundo", finaliza o comunicado.

A Vanity Fair nunca foi uma revista com fontes confiáveis. Sem medo do ridiculo, em 2003 a revista  trouxe um artigo assinado por Maureen Orth dizendo que Michael Jackson teria pago US$150 mil para um feiticeiro do Mali chamado 'Baba'.

O feitiço incluía o sacrifício de 42 vacas num ritual para matar "25 pessoas na lista de inimigos de Jackson", dentre os nomes estariam David Geffen e o diretor Steven Spielberg.


MJ Beats | Edcyhis


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Conrad Murray quer lançar livro sobre seu convívio com Michael Jackson


Sentenciado a quatro anos de prisão pela morte de Michael Jackson, Murray está planejando escrever um livro de memórias sobre o seu relacionamento com o astro, afirma o site Female First.

Dr. Conrad Murray alega que Michael lhe confiou as suas opiniões mais íntimas sobre a família, as acusações de abuso de menores e o relacionamento com os três filhos. "Murray acredita que o público terá interesse em ler sobre o tempo que ele passou com Michael", declarou uma pessoa próxima.

Para o preso, o lançamento do livro seria uma oportunidade de melhorar a sua imagem pública e reconquistar a licença médica após levar o Rei do Pop à morte com uma dose letal do anestésico Propofol.

Isso também serviria como fonte de renda, pois Murray não exerce nenhuma atividade remunerada no momento. "Isto tudo é sobre dinheiro para Murray porque ele está totalmente quebrado", garante a fonte.

As editoras americanas, entretanto, não parecem querer colaborar: nenhuma delas mostrou interesse em publicar a obra.

Fonte: Terra

Isso só pode ser piada, tudo bem esse maluco querer sair da cadeia, dizer que é inocente e não sei lá mais o que...Mas chegar a esse ponto? Aff! Ele acha mesmo que alguém lhe dará tamanha credibilidade? Lançar um livro...há, vou ali cair no chão de tanto rir !!!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

BAD 25: Mais Informações!

Em comemoração aos 25 anos do álbum BAD será lançada uma edição de luxo que contará com três CDs e 1 DVD. A data de lançamento é 18 de setembro de 2012 e contará com:

- O destaque do pacote é o DVD do show gravado em 16 de julho de 1988 no Estádio de Wembley. O concerto não é uma compilação de performances, mas sim um show completo, Michael performando exatamente como fez para o príncipe Charles, princesa Diana e os 72.000 fãs na platéia, um show que teve ingressos esgotados. Esse show foi um recorde de sete noites no local e assistido por mais de meio milhão de pessoas. O DVD é proveniente de uma cópia, em VHS, pessoal de Michael Jackson. As imagens foram restauradas e melhorado a qualidade de áudio para os fãs poderem compartilhar da excitação daquela famosa noite.


- Um CD re-masterizado do álbum original BAD.


- Um CD contendo materiais inéditos gravados em estúdio pessoal de Michael em Hayvenhurst. Este equipamento inclui versões demo de músicas do álbum, bem como demos de músicas não incluídas no final do álbum. Todo esse material é liberado quando ele estava sendo gravada durante as sessões do BAD. Nada foi acrescentado. Além disso, este CD vai incluir novos remixes também de DL/produtores de renome internacional.


- Um CD que apresenta o som das gravações de áudio de Wembley em 16 de julho. O primeiro CD ao vivo.

Este magnífico conjunto incluirá também livretos com fotos ainda não vistas das sessões de gravação, aparelhos de vídeo e da turnê, a arte da capa original do álbum BAD, um pôster frente e verso e mais. O BAD 25 Standard Edition com dois CDs mais o CD de demos e remixes novos, o DVD será também vendido individualmente e um picture disc do álbum original.

Em 5 de junho nos EUA (4 de junho ao redor do mundo), a Epic/Legacy Recordings vai re-lançar o primeiro single do álbum “I Just Cant Stop Loving You”, como um CD simples com uma faixa bônus inédita das sessões de BAD, “Don’t Be Messin’ ‘Round” (demo).” Este é um CD exclusivo que será vendido no Wal-Mart nos EUA e não estará disponível digitalmente.

Em 26 de junho, ” Baby Be Mine” será disponibilizado para o mundo em vinil.

Recentemente, a Pepsi anunciou uma parceria global exclusiva com o espólio de Michael Jackson como parte de sua nova campanha “Live for Now”. A partir deste mês, Michael Jackson e os fãs da Pepsi em mais de 20 Países em todo o mundo irão experimentar essa parceria em muitas formas, incluindo uma campanha de um bilhão de latas especiais com Michael Jackson – edição 25, eventos ao vivo e oportunidades para os fãs para acessar mercadoria com edição especial e nova música a partir de BAD 25.

O Bad de Michael Jackson foi o terceiro álbum produzido por Quincy Jones e foi originalmente lançado em 31 de agosto de 1987. Foi monumental de muitas maneiras, Michael escreveu nove das onze faixas do álbum como co-produtor e recebeu o crédito por todo o álbum. O álbum foi # 1 em todo o mundo, fez história com cinco singles # 1 consecutivos na parada da Billboard, produziu dez singles no topo das paradas, nove inovadores curtas-metragens e até à data, o álbum Bad gerou mais de 45 milhões de unidades vendidas. BAD foi indicado para seis prêmios Grammy e ganhou dois, o álbum fez Michael ganhar o primeiro Vanguard Award vídeo no MTV Awards – VMA. As músicas originais do álbum são: “Bad”, “The Way You Make Me Feel”, “Speed ​​Demon”, “Liberian Girl”, “Just Good Friends”, com Stevie Wonder, “Another Part of Me”, “Man in the mirror “,” I Just Can’t Stop Loving You”,” Dirty Diana “” Smooth Criminal “, com ” Leave Me Alone ” acrescentada após o lançamento do álbum.

Mais detalhes relativos as comemorações de BAD 25 serão anunciadas brevemente pelo Espólio de Michael Jackson.



Fonte: Carol Jackson - Fórum Neverland


sábado, 12 de maio de 2012

Feliz Dia Das Mães!


Em comemoração a esse dia tão especial, que é o Dia das Mães, compartilho com vocês o poema que Michael escreveu e dedicou a sua mãe Katherine

MÃE

Estive me desenvolvendo durante muito tempo

Para tomar uma forma estive esperando
Desta concepção cósmica que não se manifesta
Sobre esta terra uma recepção fantástica
E depois numa manhã fatal de agosto
De seu ser eu nasci
Com amor delicado você alimentou uma semente

Para seu próprio sofrimento, você não prestou atenção
Em nenhum risco ou perigo
Você decidiu sobre este estranho solitário
Arco-íris, nuvens, o profundo céu azul
Pássaros brilhantes que voam alto
Fora de fragmentos você fez meu todo
Dos elementos você formou minha alma
Querida Mãe, você me deu vida
Por sua causa, sem esforço ou briga
Você me deu alegria e estado
Cuidou de mim sem condição
E se eu mudasse este mundo
Das emoções que você desenrolou
Sua compaixão é tão doce e querida
Posso ouvir seus mais belos sentimentos
Posso sentir seus mínimos pensamentos
A mágica maravilhosa de sua poção de amor
E agora que eu cheguei até aqui
Conheci cada rei e czar
Encontrei cada cor e crença
De cada paixão, cada ambição
Volto para aquela noite estrelada
Sem medo de músculos ou força
Você me ensinou como lutar
Para cada errado ou certo
Cada dia sem uma posse
Apreciarei o que você moldou
Lembrarei-me de cada beijo
De suas doces palavras nunca me esquecerei
Não importa para onde vou
Você está em meu coração, minha querida mãe.

Michael Jackson, livro "A Dança dos Sonhos"


O que seria de nós, sem as mães? A resposta é simples, nem existiríamos. Temos é que agradecer a Deus todos os dias por nossas mães, pelo carinho, amor, e o duro que elas dão para nos criar e fazer de nós pessoas de bem. 

Todos os dias, é o dia das Mães! Mas hoje é um dia especial para ser comemorado, nem sempre precisamos dar presentes caros a elas, pois cobri-las de beijos, abraços e dizermos que a amamos, é tudo o que uma mãe mais quer na vida. Não é? Pois então se ainda não fez isso, corre lá e diga a sua mãe o quanto a ama e o quanto ela é especial!

Um feliz Dia das Mães, para a minha mãezinha que é tudo pra mim, TE AMO!
Feliz Dia das mães, a você mãe que está lendo isso! E para as mães de vocês meus leitores. 
Não podemos esquecer das nossas avós, né? Pois elas foram essenciais em nos dar as nossas mães!
Um feliz Dia Das Mães, é claro, para Katherine Jackson a mulher que trouxe Michael ao mundo, que sempre lhe deu amor e suporte...
Todas guerreiras e batalhadoras, amorosas, as vezes chatas e implicantes. Mas minha mãe sempre diz, e com certeza a sua também... "Quando você tiver seus filhos, vai entender o que eu digo e faço"
E como sempre elas estão certas - Um dia eu entenderei manhêee!!! rs'

Obrigada pela visita! Beijacksons ♥

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Michael Bush Lançará Livro sobre o Vestuário de Michael Jackson


O antigo figurinista de Michael Jackson, Michael Bush lançará um livro de 224 páginas com os bastidores do processo criativo das roupas usadas pelo Rei do Pop. Será uma visão única dos famosos trajes do cantor. O lançamento está previsto para 16 de outubro, e se encontra na pré-venda na Amazon por $29,70, cerca de R$55,50.


"Vestindo Michael Jackson: Por trás das costuras de um ícone da moda" é uma olhada fascinante na interseção entre música e moda, assim como uma homenagem a brilhante forma de vestir de Michael Jackson, de sua personalidade, e de como foi criada sua icônica imagem. Esse é o primeiro livro de arte sobre suas roupas, acessórios e sapatos, incluindo centenas de fotografias e uma visão por trás dos bastidores do processo de colaboração com ele na hora de criar seu vestuário.


O livro conterá fotos dos trajes vestidos por Michael no auge de sua carreira, assim como imagens da criação da roupa com a ideia de incorporar seus passos únicos de dança e dos detalhes dinâmicos do tecido, metal e outros materiais utilizados. 




O texto incluirá palavras sobre a metodologia do artista e histórias cativantes de uma relação de décadas entre Michael e seus estilistas Michael Bush e Dennis Tompkins. Histórias emocionantes e divertidas mostrará o lado artístico e pessoal de Michael nunca antes revelados.


Fonte: MJ L.O.V.E

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A Dança dos Sonhos: ASSIM CAMINHAM OS ELEFANTES

Um fato curioso sobre os elefantes: para sobreviver, eles não podem cair. Todo animal pode tropeçar e se levantar novamente. Mas o elefante deve ficar de pé, até para dormir. Se um elefante da manada escorrega e cai, não poderá ser reerguido. Ele ficará no chão, refém de seu próprio peso. Embora os outros o observem consternados e tentem reerguê-lo, nada poderão fazer. Respirando devagar, o elefante caído acaba por falecer. 

Os outros ficam em torno dele por algum tempo, em vigília, depois, pouco a pouco, vão se afastando. Foi o que aprendi ao ler sobre a natureza, mas me pergunto se isso está certo. Haverá outra razão por que os elefantes não podem cair? Talvez tenham escolhido que seja assim. Não cair é a sua missão. Como o mais sábio e paciente dos animais, fizeram um pacto – imagino que há muitas e muitas eras, no final da Idade do Gelo. 

Movendo-se em grandes manadas sobre a Terra, os elefantes viram os homenzinhos escondidos na selva, com lanças de pedra lascada.

“Que ódio e medo sentem essas criatura”, pensaram os elefantes. “Mas eles herdarão a Terra. Somos sábios o suficiente para perceber isso. Vamos dar-lhe o nosso exemplo.”

Então, os elefantes refletiram: que exemplo poderiam dar aos homens? Poderiam demonstrar seu poder, o que seria autêntico. Poderiam demonstrar raiva, arrasando florestas inteiras, ou poderiam dominar o homem pelo medo, destruindo suas cabanas e plantações.  

Quando se sentem frustrados, os elefantes se enfurecem e podem fazer tudo isso, mas, por viver em grupo, pensaram e entenderam que seria mais útil ao homem aprender de forma gentil.

-Vamos mostrar a eles nosso respeito pela vida - disseram. 

E, a partir desse dia, os elefantes se tornaram silenciosos, pacientes e pacíficos. Aceitam ser montados e subjugados. Deixam que as crianças riam de seus truques no circo, longe das extensas planícies da África, onde reinavam como senhores. 
 
Mas a lição mais importante dos
elefantes está em se moverem, pois sabem que a vida é um constante movimento. A cada manhã, a cada era, as manadas caminham, grandes massas vivas que nunca tombam, uma força de paz incoercível.

Inocentes, nem desconfiam que mais tarde serão abatidos, aos milhares, com apenas um tiro. Cairão, mutilados, graças à nossa vergonhosa ganância. Os machos tombam primeiro, para terem seus dentes de marfim arrancados.

Depois, tombam as fêmeas, para levarem suas cabeças. Os filhotes correm e urram ao farejar o sangue das mães, mas não adianta fugirem das armas. Silenciosos, sem ninguém para olhar por eles, também morrerão, e seus ossos secarão ao sol.

Em meio a tanta morte, os elefantes poderiam simplesmente desistir. Bastaria cair no chão. Apenas isso. Eles não precisam de munição: a natureza lhes deu a dignidade de apenas se deitar e descansar em paz. Mas lembram da antiga promessa que nos fizeram, que permanece sagrada para eles.

Então, os elefantes continuam caminhando e, a cada passo, exclamam estas palavras aos quatro ventos: 

- Observe, aprenda, ame. Observe, aprenda, ame...

Conseguem ouvi-los? Um dia, envergonhados, os fantasmas de dez senhores das planícies dirão:

- Nós não os odiamos. Não percebem? Aceitamos a queda, para que vocês, tão pequenos e amados, não caiam também.

Michael Jackson

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Novo filme sobre Michael Jackson é confirmado

A REVISÃO HIDDEN confirmou que um filme completo da biografia de Michael Jackson vai ser feito! 
Pete Allman e Gloria Berlim
O filme deve ser produzido por um dos diretores de cinema de Hollywood mais perigosamente controversos e brilhantes, Pete Allman. Allman é creditado para Silver Screen em filmes de Hollywood e taillers como "Vatos Locos", "Brando não autorizado", e "Priest Killer".


                                        Inspirado pelo livro "Em Busca da Terra do Nunca."

Michael e Gloria Berlim em Neverland
O filme é baseado no livro, com o mesmo nome, escrita por Gloria Rhoads Berlim. Ela era uma amiga pessoal de Michael Jackson (e da família Jackson) a partir de quando ele tinha 12 anos de idade. O livro fala sobre como o jovem Michael sempre teve animais em seu quintal. Isso trouxe a divisão de controle de animais para a casa de Jackson em uma base freqüente. 
Anos mais tarde, percebendo que ele precisava de um habitat seguro para os seus animais, um agente imobiliario, encontrou para Michael seu santuário animal que ele comprou e chamou de Neverland. O Livro de Berlim foi publicado em 2010 e ela pediu pessoalmente a Allman para produzir o filme. A produção está programada para começar em março


Allman já está em pré-produção do filme de Jackson com características de Berlim.








Fonte: ForumOffTheWall/ Blog MJ L.O.V.E
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