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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Michael e Lisa - Entrevista no Prime Time - 1995

Em 14 de Junho de 1995, Michael Jackson e sua então esposa, Lisa Marie Presley-Jackson concediam uma entrevista para Diane Sawyer, no "Prime Time Live"





Assista à entrevista completa:




Comercial da entrevista




Obrigada pela visita ;)





domingo, 13 de maio de 2012

Glória Maria fala sobre seus momentos com Michael Jackson em 1996

Embora muitos não saibam, a apresentadora Glória Maria foi fã de Michael Jackson. Mas não só por sua música, dança, ou sucesso. Ela foi fã da grande pessoa que ele sempre foi. 

Após a morte, ela desabafou sobre seu encontro com Michael, quando ele veio gravar o clipe 'They Don't Care About Us' aqui no Brasil

É um emocionante depoimento, vale muita a pena ler:

"Comigo, as coisas não são normais. Eu não entrevistei o Michael Jackson, foi ele que me entrevistou. Eu o acompanhei quando gravou na Bahia e fiquei negociando para ver se ele falava comigo. Estávamos no Pelourinho e o Michael viu o carinho do povo comigo, então, disse que conversaríamos no Rio. Quando chegamos, subi a favela e a gente ficou conversando uns 20 minutos. Ele me perguntou como tinha sido o meu início. Contei que vim de uma família pobre, mas que tinha conseguido estudar. Ele queria saber se não havia discriminação e racismo no Brasil. Respondi que sim e ele ficou muito interessado em saber mais. No pouco tempo que fiquei com ele, tive um vislumbre do ser humano bacana que era. 

Vi o seu braço e pedi para passar a mão. Ele tinha uma pele muito fina e dava para ver que o corpo era todo tomado pela doença, o vitiligo. Como tinha pouquíssimas partes mais escuras, realmente seria mais fácil clarear o pouco que restava de escuro. Aí, notei um buraco no nariz dele e vi que ele ficava sempre com uma gaze tampando. Perguntei o que era aquilo e ele disse que foi consequência da segunda cirurgia que fez, porque tinha um desvio de septo e que, por causa disso, ficou com uma infecção crônica no nariz. Naqueles poucos minutos, alguns dos tabus que todo mundo tinha, para mim, acabaram. Fiquei triste comigo mesma por ter entrado nessa história que todos comentavam sobre o seu embranquecimento, por ser uma coisa alheia à vontade dele. 

Quando Michael terminou a gravação, fiz a passagem e ele ficou quietinho, humilde e com cara de bobo, esperando eu falar, mas sem entender nada do que eu dizia. E fez a declaração, dizendo 'Eu amo o Brasil'. Foram várias surpresas em um encontro curto. Vi que era uma pessoa frágil, simples, sem frescura. No final, ele me puxou, me abraçou e me beijou. Aquele mito de que ele dormia numa bolha caiu. Eu estava imunda, cheirando mal, e ele me abraçou sem nojo, sem restrição. 

O que me impressionou muito foi o olhar dele, de tristeza, o tempo todo. Só vi o olho dele brilhar, parecendo criança, quando estava com o Olodum. Michael pulava, corria de um lado para o outro, no Pelourinho. O Spike Lee, que era o diretor do clipe, nem o dirigiu, só captou a espontaneidade dele. 

Fui pega de surpresa com a notícia da morte do Michael. Tive uma sensação de tristeza profunda. Ele foi um ser humano que não conseguiu ser feliz, não conseguiu ter serenidade na vida, apesar de ser um ídolo mundial. Todo mundo sabe que a vida dele, desde que nasceu, foi puro sofrimento. Esqueceram a pessoa que estava ali e, pelo menos para mim, ele demonstrou ser muito generoso.

Para mim, ele não foi um ídolo, pois só gostava da música dele na época dos Jackson 5, mas, como ser humano, sempre me intrigou. Eu tenho identificação de alma com ele. Somos duas pessoas que, cada uma à sua maneira, conseguiram vencer."



Créditos: Kenny LopesGrupo MJJSOLDIERS

sábado, 14 de abril de 2012

16 anos depois, visita de Michael Jackson ao Pelourinho ainda rende.

O ano era 1996. Ao som dos batuques do Olodum, Michael Jackson hipnotizava a multidão que foi ao Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, para tentar chegar o mais perto possível do Rei do Pop. Ele cantou, dançou e interagiu com integrantes do grupo de percussão baiano, dando um show de simpatia. 


Em dado momento, uma mulher conseguiu furar o bloqueio e abraçou o cantor, que foi ao chão. Levantou em seguida, cantando e dançando. O show tinha que continuar. Michael estava ali para gravar o videoclipe de "They don't care about us" (música do álbum "HIStory", de 1995), dirigido pelo cineasta norte-americano Spike Lee.



Corta.
Estamos em 2012. Largo do Pelourinho. Seu Carlos não sabe a letra e muito menos se arrisca a cantar a música que ouve todos os dias há quase três anos. Ainda assim, é capaz de, sem olhar para a televisão que exibe repetidamente o clipe gravado 16 anos antes, naquele local, descrever cada cena. "Agora vai aparecer o menino sozinho tocando tambor", acerta, na mosca. "Pronto, é agora que mostra ele aqui em cima, na varanda", volta a adivinhar. Em seguida, repete os passos do ídolo, sobe as escadas, e fica no mesmo lugar onde um dia esteve um dos artistas mais famosos de todos os tempos.
Diariamente, vários clientes do comerciante Carlos Alberto, 48 anos, fazem o mesmo. São atraídos por cartazes com a foto de Michael Jackson vestindo a camisa do Olodum e pela música que vem de dentro da loja de número oito, cubículo pequeno e repleto de lembranças daquela visita.
Seu Carlos começou a trabalhar ali em dezembro de 2008, quase seis meses antes do falecimento do cantor norte-americano, que ocorreu no dia 25 de junho de 2009. Não fosse a pergunta de uma cliente, Seu Carlos provavelmente seria mais um entre os centenas de lojistas que vendem souvenirs e produtos ligados aos próprio Pelourinho.
Ideia - "Um dia, antes dele morrer, uma mulher apareceu aqui e me perguntou se aquela era a varanda em que Michael havia gravado o clipe. 
Quando eu disse que sim, ela ficou muito animada e quis saber se era possível subir para tirar fotos. Disse até que compraria alguma coisa, se fosse preciso. Aquilo despertou em mim a ideia de transformar o espaço em uma loja temática", conta o comerciante. A decisão de colocar em prática o que havia pensado veio pouco depois da morte dele. Hoje, o local é conhecido por frequentadores como "Casa de Michael".




Seu Carlos vende tudo o que encontra no mercado que pode ser relacionado ao clipe. Artigos como imãs, camisas, cadernos, miniaturas, DVDs, canetas, toalhas, chaveiros e até mesmo fotos do dia da gravação (cujos negativos são obtidos com afinco de garimpador e guardados a sete chaves) ficam expostos nas prateleiras do local.

Como bom empreendedor, o comerciante está sempre correndo atrás de algo diferente, inédito. "Há alguns meses eu contratei um artista plástico para fazer uma forma de uma pequena escultura, personalizada. Vende bastante", comemora. O faturamento, segundo Carlos, aumentou depois da mudança. Os valores, ele diz não saber informar com precisão.
Por incrível que pareça, mesmo já sendo morador do Pelourinho em 1996, Seu Carlos perdeu a oportunidade de ver o ídolo pop pessoalmente. "Como todo mundo aqui, eu fiquei com vontade de assistir às gravações, mas eu tive que ir trabalhar cedo naquele dia. Naquele tempo eu já era autônomo e tinha que levar comida para os meus filhos. Mas, no final das contas, com aquele alvoroço todo aqui, o movimento foi tão fraco que nem valeu a pena", lembra.
Talvez como compensação, ele resolveu gravar o próprio "clipe". Ao longo dos últimos dois anos e meio, tem registrado com uma câmera amadora imagens de clientes durante a visita a um lugar onde Michael já esteve. Nos primeiros passos como diretor, já conseguiu captar momentos de muita emoção. "Vem gente de todos os países. Algumas pessoas mais fanáticas até choram quando chegam aqui", diz. E mostra, orgulhoso.
Futebol - A influência de Seu Carlos não se limita ao mundo do varejo. Certo dia, em 2010, o então jogador do Bahia, Carlos Adriano de Sousa Cruz, apelidado pela torcida de Adriano Michael Jackson, visitou a loja de número oito. Ganhou de presente do dono do estabelecimento uma toalha que trazia estampada a imagem do cantor, sob a promessa de que a mostraria caso marcasse um gol. 
A promessa foi cumprida durante um jogo do Campeonato Brasileiro da Série B daquele ano, que, coincidentemente ou não, marcou o acesso do Bahia à primeira divisão sete anos depois do rebaixamento do clube. No dia seguinte, jornais de Salvador publicaram matérias colocando Seu Carlos como o pé-quente da equipe tricolor. Com orgulho, ele guarda esses exemplares em uma gaveta na sua loja até hoje. 



Fonte: Uol






segunda-feira, 19 de março de 2012

França lança o documentário: Michael Jackson - The Immortal World Tour - le documentaire

Um documentário francês chamado "Michael Jackson - Immortal World Tour, le documentaire - Toute une soirée avec Michael Jackson" foi ao ar ontem no canal de TV francês "TARV"


Ele inclui muitos clipes de desempenho de Michael Jackson, em especial um clipe onde ele ensaia dançando na sua sala de dança em Neverland. E imagens de Michael em visita ao Cirque du Soleil em 2003. Todos os clipes são em HD.  

Adrian Wills propõe um passeio por trás das cenas deste gigantesco espetáculo do Cirque (12 músicos, 25 bailarinos e acrobatas 25), multiplicando-se as entrevistas com o guarda-costas de Michael Jackson.
Poucos dias antes do retorno de Michael, The Immortal World Tour no Bell Centre (20 a 22 de Março), TARV transmitiu o documentário de Adrian Wills sobre a rocha do show acrobático Cirque du Soleil, criado em Montreal em outubro passado. Nos canais europeus ARTE e ZDF também vai ao ar o filme, que contém cerca de 30 minutos do show.
O cineasta Montreal é um contribuinte regular para o Cirque du Soleil. Ele assinou o documentário All Together Now sobre o Love show, os Beatles, e Corteo, tinha encenado Daniele Finzi Pasca.
O interesse para filmar a criação deste espectáculo é principalmente porque ele foi levado por parentes de Michael , diz o diretor. "Designers que ainda estavam de luto e queriam compartilhar seu amor por Michael Jackson, disse ele. Devemos também dizer que o sujeito prestou-se bem simplesmente por MJ ser um artista tão fascinante e influente. "

                           
O Efeito Terapêutico
Nós percebemos rapidamente como a turnê Immortal era quase terapêutica para esses ex-empregados, muitos deles que também trabalharam no show da turnê This Is It, que nunca foi finalmente lançada (e que também fez o objecto de um documentário surpreendente). Claro, eles criaram um show no palco com o Cirque, mas para Jamie King foi "para ser lembrado por Michael Jackson." Seu lema era: "Faça como Mike."
O testemunho de pessoas próximas a Michael, especialmente os coreógrafos Travis Payne e os irmãos Rich e Tone Talauega, o baterista Jonathan Moffett e tecladista e diretor musical Greg Phillinganes, lançaram uma luz interessante sobre o trabalho do MJ, mais os esforços que eles fizeram para recapturar o espírito do artista neste turismo Imortal. Igualmente interessante ver Travis Payne ensinar um grupo de dançarinos todos de seu protegido.
"Meu objetivo era falar sobre os parentes de MJ, diz Adrian Wills. É por isso que quero encontrá-los. Os membros de sua família, mais seus colaboradores regulares, que conceberam o espetáculo que eles queriam fazer com Michael ".
 



Veja o trailler do Documentário





Créditos: Blog MJ L.O.V.E




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