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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Michael Jackson injetou anestésico por causa de estresse, alega médico

Conrad Murray, condenado por ter causado a morte de Michael Jackson, permanece insistindo em sua inocência. 
Em uma das versões apresentada pela defesa do médico, Murray alega que o cantor foi responsável pela overdose do anestésico que o matou, pois estaria estressado por causa de problemas financeiros.
De acordo com notícia divulgada pelo site especializado em celebridades TMZ, o argumento foi utilizado, entre outros, para tentar provar que Michael Jackson teria injetado o medicamento, não Conrad Murray, como concluiu o julgamento finalizado em novembro do ano passado.
Segundo os advogados do médico, o Rei do Pop devia aproximadamente US$ 440 milhões e "estava desesperado" por causa de um contrato que firmara em Londres para sua turnê e com a possibilidade de perder seus bens, além de pressionado a "lutar contra sua insônia, ensaiar e ser o showman que ela era antes". Para a defesa, é injusto que esses motivos não tenham sido levados em consideração durante julgamento.
Murray cumpre a pena de 4 anos de prisão a que foi condenado desde a data de expedição da sentença, há cerca de três meses, e apela da decisão que o mantém em confinamento solitário sem possibilidade de fiança, ainda que sendo réu primário e tendo sido penalizado por um crime não intencional.
Os advogados também recorrem da pena, a máxima para o crime, e alegam que se ele permanecer preso, pode cumpri-la mesmo antes de o recurso ser julgado. A defesa propõe que o médico seja libertado e passe a usar um rastreador, segundo informações a agência Associated Press.


Fonte: http://www.jornalpequeno.com.br

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Conrad Murray deve continuar preso

Promotores dizem que há risco de fuga e que Conrad Murray não demonstrou remorso pela morte do cantor



O médico de Michael Jackson não deve aguardar em liberdade o recurso da sua condenação por homicídio culposo, pois há risco de fuga e ele não demonstrou remorso por sua participação na morte do cantor, argumentaram promotores em documentos protocolados nesta terça-feira (21).
Os promotores disseram que o médico Conrad Murray, que cumpre pena de quatro anos de prisão, não deve receber o habeas corpus na audiência judicial marcada para sexta-feira em Los Angeles.
Para os promotores David Walgren e Deborah Brazil, há uma "completa incerteza" sobre a permanência de Murray na Califórnia caso ele seja solto.
"Com base na sua recusa em aceitar a responsabilidade pelas decisões que tomou, sua completa falta de remorso e falta de compreensão sobre o perigo da sua conduta criminalmente negligente, ele continua um perigo para a comunidade", acrescentou.
Murray foi condenado por homicídio culposo (sem intenção) depois de admitir que administrou o anestésico propofol e sedativos a Michael, numa combinação que deveria funcionar como um sonífero, mas que resultou na morte do cantor de "Thriller".
O médico não depôs no julgamento e negou ser culpado pela morte. Em janeiro, ele pediu para ser libertado sob fiança ou colocado em prisão domiciliar enquanto aguarda o julgamento do recurso, alegando que esse trâmite pode levar mais de um ano.
O juiz do caso irá ouvir os argumentos de ambas as partes na sexta-feira.

Fonte: Diário de São Paulo
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