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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Joias e pérolas: o estilo de Michael Jackson


Reuters
Michael Jackson foi um artista único, que supervisionava todos os detalhes de seus shows, da coreografia ao strass e pérolas cuidadosamente costuradas à mão em suas roupas, disse seu antigo figurinista.
Tanto quanto a música e a dança caracterizaram a superestrela do pop, Michael também ficou conhecido por seu estilo, de roupas militares a luvas incrustadas de joias, chapéus e jaquetas cuidadosamente elaboradas.
Em um novo livro, "O Rei do Estilo: Vestindo Michael Jackson", em tradução livre, Michael Bush, o homem que desenhou e costurou os figurinos que Michael usou no palco por 25 anos até a morte do pop star em 2009, apresenta uma visão dos bastidores do astro icônico e do desenvolvimento do estilo que se tornou sua marca registrada.
"As roupas tinham que trabalhar em torno do modo como ele estava se apresentando", disse Bush à Reuters em uma entrevista por telefone. "Era uma camada adicional de refinamento e detalhe que ele projetava para sua audiência."
Tudo que Michael vestia tinha um foco e era uma extensão do que ele fazia no palco, com a dança tendo um papel fundamental no design das roupas. Ele preferia strass e miçangas porque elas refletiam com a luz do palco.
Funcionalidade e conforto eram essencial, com gravatas e franjas proibidas porque poderiam ser agarradas por fãs.
"Tudo era muito bem pensado", disse Bush, acrescentando que na medida que os estádios ficavam maiores, as calças de Michael ficavam cada vez menores, para que suas meias de strass pudessem ser vistas.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

A turnê dos Jacksons de volta ao mundo da música tem início esta quarta-feira no Rama Casino, em Ontário, no Canadá.


Três anos depois da partida de Michael, os irmãos ainda não se habituaram à ideia de atuar sem ele.

Marlon Jackson revela, em declarações à Associated Press, que ainda acorda e pensa para si mesmo. “Eu não acredito que o meu irmão não está aqui”.

O regresso dos Jacksons não tem sido fácil para os quatro membros que ainda restam do grupo. A partida da estrela da banda e ícone dá música pop, Michael Jackson ainda pesa sob os outros elementos do grupo. Jermaine Jackson confessou à mesma agência noticiosa que é habitual ir-se "abaixo durante os ensaios". “Estou habituado a ter o Michael à direita, seguido do Marlon e por aí em frente. É algo a que nunca nos habituamos”.

De acordo com Jermaine, o regresso dos Jacksons era algo que já vinha sendo falado entre os irmãos mas, depois da morte de Michael, os outros membros precisaram de tempo para se “curarem”. Esta nova vida foi meticulosamente preparada e os irmãos rearranjaram os sucessos da banda para poderem adaptar-se melhor ao som do grupo sem a voz do irmão mais famoso. A turnê também vai servir como uma forma de homenagem a Michael Jackson com a apresentação de um medley que terminará com a música “Gone Too Soon”.
A turnê não passará pela Europa e, fora o primeiro concerto, todos os outros terão lugar nos Estados Unidos. Entre os palcos escolhidos está uma passagem plena de simbolismo pelo Harlem’s Apollo Theatre, onde os Jackson 5 ganharam um prêmio enquanto amadores. 


Fonte: Púlico

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ex-empresário de Michael Jackson vem ao Brasil e faz "revelações" sobre o Rei do Pop


No Brasil para participar do lançamento do Neo Idea, uma nova plataforma musical que chegou ao mercado nesta quinta, 24, Dieter Wiesner, empresário de Michael Jackson à época da morte do Rei do Pop, conversou com a Rolling Stone Brasil a respeito de algumas polêmicas que cercam o cantor. Dentre as afirmações que fez, engrossou o coro que afirma que um imitador tomou o lugar de Michael em gravações lançadas após a morte dele, em junho de 2009. “As músicas que saíram depois não eram [com] Michael Jackson”, disse ele. Quando questionado sobre a identidade do dono da voz, não quis revelar: “Sei quem é, mas conheço o cara, não quero falar o nome”, respondeu.
Outro fato confirmado por Wiesner foi a vontade que Michael tinha de investir na sétima arte. “Michael tinha um plano para a segunda parte de sua vida. E era um plano muito, muito bom. Ele queria comprar a Marvel, uma empresa de cinema enorme que ninguém estava pensando em comprar. A gente queria adquirir por US$ 1,4 bilhão. Recebi um relatório há uma semana que diz que ela vale US$ 5 bilhões. Então, ele estava exatamente no caminho certo e ainda estava adiante de seu tempo no que fazia. Hoje ele teria o catálogo dos Beatles e esse catálogo de filmes”, afirmou. “Ele não queria morrer. Era um cara que queria viver para sempre.”
Dieter contou que esteve com Michael cerca de dois anos da morte dele e comentou o frenesi midiático e por parte do público que se seguiu. “Se você tem esse volume de fãs, às vezes os noticiários enlouquecem. Tem gente que acha que ele continua vivo, está escondido. Mas não, ele morreu e foi muito triste”. Especificamente, falou sobre se sentir incomodado com os muitos leilões de objetos pessoais, às vezes bem mórbidos, que vivem acontecendo (máscaras cirúrgicas, instrumentos de autópsia e o leito de morte estão entre os itens). “Eu tenho muitas coisas de Michael e eu nunca as venderia. São coisas pessoais. O que tenho discutido de fazer um museu, talvez, para que os fãs possam ver as coisas dele. Acho que isso é algo do qual ele ia gostar.”
Desde a morte de Michael, membros da família, amigos e a equipe de trabalho têm entrado sempre em conflito, um acusando o outro de tentar lucrar com a carreira e a tragédia pessoal do Rei do Pop. Uma das acusações de oportunismo atingiu os irmãos do cantor, quando eles começaram a flertar com a ideia de juntar novamente o Jackson 5. “Eu acho que Michael nunca se reuniria a seus irmãos no palco”, arrisca o ex-manager, que diz não se dar bem com os irmãos, mas se manter próximo aos filhos e ao pai dele, Joe. “Eu não sei se isso vai funcionar, os fãs estão muito focados em Michael. Falaram em um holograma de dele, mas não está decidido”, contou, afirmando que não é necessariamente contra a possibilidade. “Depende de como fizerem. Mas eu não iria a um show desses, eu sei como ele era e não quero vê-lo como um fantasma no palco”.
Apesar do desejo de se aventurar no cinema, Michael continuava compondo e deixou mais material inédito do que se tem notícia. “Ele me falou que não subiria ao palco para fazer o moonwalk aos 50 anos. Mas ele queria a cada dois ou três anos fazer algo bem grande para os fãs, nas pirâmides do Egito ou na China, algo assim. E ele ainda tinha idéias, a mente dele não parava nunca. Ele era uma pessoa muito pé no chão. Dizia que não era ele quem tinha as idéias de composição, criação musical, era Deus. Eu falava ‘Michael, claro que é você. É Deus, mas é você’”. Conforme já foi amplamente noticiado, contudo, mesmo compondo e ainda trabalhando com música ele não estava com a menor vontade de fazer a turnê para a qual estava escalado logo antes de morrer. “Seria muito fácil para Michael fazer aqueles dez shows no Reino Unido se ele quisesse, se a mente dele estivesse limpa para que ele fosse em frente. Mas ele não queria, esse era o problema. Quando ele soube quer seriam 50 shows... ele não queria fazer.”
Quando ele morreu e não realizou os shows que não queria, foi a vez de Dieter relutar com algo, mas depois ceder. “Não queria escrever Michael Jackson: The True Story”, conta, afirmando que aceitou a pedido da mãe dele, Katherine, e que não pretende repetir a experiência. “Ela falou que eu tinha que contar essas coisas, as dificuldades pelas quais ele passou. Os fãs e a comunidade toda foram ótimos, não esperava isso. O espólio não gostou muito, tentou impedir. Mas o livro saiu. Eles não queriam que alguém contasse que Michael tinha planos. Querem que pareça que ele estava afundado demais nas drogas. Mas não é verdade e eu queria que soubessem.”

Fonte: Rolling Stones Brasil/Correio do Estado

Eu só tenho a questionar em relação as músicas póstumas... Cada hora um fala alguma coisa. Não dá pra saber quem está falando a verdade, quem quer gerar polêmicas para aparecer, e quem quer ganhar dinheiro com tudo isso! Pra mim as músicas são sim o Michael...e sinceramente prefiro acreditar nisso! E não sei não sobre ele não querer escrever o tal livro, e só ter feito a pedido da Katherine...mas enfim!!!

E vocês o que acham de todas essas declarações? Só sei que está longe de gerarem polêmicas envolvendo o Michael.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Irmãos de Michael vão lançar novas músicas

Os The Jacksons vão voltar ao estúdio para a gravação do primeiro álbum de estúdio desde 1989. O irmão mais velho de Michael Jackson, Jackie, disse à revista Billboard que as gravações vão ter inicio assim que termine a temporada de shows que a banda vai realizar em solo norte-americano durante o próximo verão.

"É o que temos de fazer. No fim da digressão vamos voltar a estúdio para gravar algumas músicas novas", disse Jackie, afirmando também ter estado ativo nas duas ultimas décadas preparando canções para a sua filha.



O grupo vai começar os ensaios de preparação para a digressão no dia 1 de maio e Jackie Jackson promete uma banda completa e com coreografias ágeis. "É um desafio, porque já não me consigo mover como antigamente", afirma Jackie, que tem agora 60 anos de idade.

A morte da estrela maior da banda, Michael Jackson, ainda está bem presente na memória dos fãs e Jackie diz que os próximos espetáculos vão honrar o legado do irmão.

"Eu só queria que o meu irmão estivesse aqui connosco para que pudessemos fazer a digressão todos juntos mas tenho a certeza que o espírito do Michael estará connosco", concluiu Jackie.



Fonte:TVi24



sexta-feira, 20 de abril de 2012

O Espetáculo: Who's Bad – The Ultimate Michael Jackson Tribute Band, em homenagem ao Rei do Pop vem para o Brasil


No ano de comemoração dos 25 anos do lançamento do álbum BAD, os fãs brasileiros ganham um presente. Em maio a “Who’s Bad – The Ultimate Michael Jackson Tribute Band chega ao Brasil para uma tunê.

No país pela primeira vez Who’s Bad – The Ultimate Michael Jackson Tribute Band o espetáculo tem sua estréia em São Paulo no dia 16 de maio, seguindo a turnê para Curitiba, Recife, Natal e Porto Alegre.

Mais do que um show, a banda apresenta uma autêntica viagem no tempo, com figurinos e cenografia glamourosos, que incluem as luvas brilhantes de Michael Jackson e atmosfera dos anos 80. A coreografia do grupo, fiel aos passos que o Rei do Pop deixou como legado, é um dos pontos altos do espetáculo, no qual os bailarinos desafiam a gravidade.

Criado em 2004 pelo saxofonista e compositor Vamsi Tadepalli, o grupo Who’s Bad começou fazendo apresentações intimistas em um pequeno clube em Chapel Hill, Carolina do Norte. Hoje, passados poucos anos, o grupo saiu dos limites do estado americano e vem conquistando uma sólida reputação junto ao público e crítica, graças à sua performance eletrizante que combina coreografia e preciosismo musical.

A banda, um dos pontos altos do show, reúne alguns dos melhores músicos norte-americanos que já dividiram o palco com Aretha Franklin, The Four Tops, Boys II Men, The Backstreet Boys, entre outros.

O grupo Who’s Bad foi reconhecido pelo empresário Frank DiLeo, amigo de Michael, e convidado a se apresentar no London’s O2, em dezembro de 2010, onde Michael faria o show “This is It”.


No repertório estão alguns dos maiores sucessos do astro, como Billie Jean, Rock with you, Thriller, Human Nature, Beat It e Remember the time.

Os integrantes da banda são: Darion Alexander (baixo e vocais), Nyk Baglio (bateria), Joseph Bell (voz), Taalib York (voz), Patrick Cross (guitarra e voz), Ray MacCall (trompete e voz), Daniel Rychlec (dançarino e coreógrafo) e Jonathan Sirois (dançarino).

Informações

São Paulo – 16/05

Teatro Bradesco
Horário: 21h
Bourbon Shopping – Rua Turiassú, 2100 – 3° piso – Tel: (11) 3670.4100
Classificação etária: Livre
Capacidade: 1439 pessoas
Acesso para deficientes


Setores e Preços

Camarotes – R$ 140 
Platéia 1 – R$ 160 
Platéia 2 – R$ 140 
Frizas (1º andar) – R$ 120 
Fila – R$ 50 
Balcão nobre – R$ 70 
Frizas (2º andar) – R$ 90


Bilheterias

Funcionamento: Domingo à Quinta, das 12h às 20h 
Sexta e Sábado, das 12h às 22h.

Fone: (011) 4003-1212


Demais Cidades


Curitiba – 17/05

Teatro Positivo
Horário: 21h
Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido 
Tel.: (41) 3317-3000


Recife – 18/05

Teatro da UFPE
Horário: 21h
Av. dos Reitores – Cidade Universitária 
Tel: (81) 3207-5757


Natal – 19/05

Teatro Riachuelo
Horário: 21h
Av. Bernardo Vieira 3775 – Loja 300 – Bairro Tirol 
Tel: (84) 4008-3700


Porto Alegre – 25/05

Teatro Bourbon
Horário: 21h
Bourbon Shopping Country
Av Túlio de Rose, nº 80 – SUC 301 A 
Tel: (51) 3375.3700



Fonte:MJ News Alerts Brasil









quarta-feira, 18 de abril de 2012

Holograma de Michael Jackson vai acompanhar turnê de seus irmãos


Jermaine, Jackie, Tito e Marlon vão cantar músicas do Jackson Five e hits do Rei do Pop em 27 shows nos Estados Unidos


Apesar de não estar mais aqui presente, Michael Jackson vai se juntar aos irmãos Jermaine, Jackie, Tito e Marlon em turnê pelos Estados Unidos. Numa homenagem, ou atestado de que dependem do carisma de Michael para fazer sucesso, os sobreviventes do Jackson Five vão receber no palco, durante a Unity Tour 2012, um holograma do irmão mais famoso.
Michael irá "cantar" com eles como não fazia desde 1984, na Victory Tour, a última vez que viajou com o grupo antes de se dedicar à carreira-solo.
Os quatro Jacksons, mais a versão holográfica de Michael, fazem o primeiro show da turnê em 18 de junho, em Louisville, de onde partem para outras 26 cidades americanas
Segundo o site americano E!, o repertório dos shows ainda não está definido, mas deve incluir canções do Jackson Five e sucessos de Michael. "Essa é a parte mais difícil, porque queremos incluir todas as nossas favoritas, inclusive algumas do Michael. Nós vamos homenageá-lo no palco. 
Ele gostaria que nos esforçássemos ao máximo para darmos nosso melhor", disse Jackie ao site. 

Fonte:Veja

segunda-feira, 5 de março de 2012

Há Três anos Michael Jackson anunciava aos fãs sua volta aos palcos. A turnê "This Is It"

No dia 5 de março de 2009Michael Jackson anunciou em uma conferência no 02 Arena em Londres, sua tão esperada volta aos palcos. 
Aproximadamente 7.000 fãs e 350 repórteres aguardavam ansiosamente pelo grande anúncio que o Rei do Pop faria aquela tarde, até que, com 2 horas de atraso, eis que Michael Jackson surge, firme e forte em cima de um palco improvisado, assim desmentindo os recentes rumores de que sua saúde estaria fraca.
"I just wanted to say that these will be my final show performances in London. When I say this is it, it really means this is it".
"Eu só queria dizer que essas serão minhas últimas apresentações em Londres. Quando eu digo que acabou, realmente quero dizer que acabou".
Até então seriam apenas 10 apresentações (em agosto/2009 foi divulgado à imprensa o verdadeiro contrato que Michael assinou e nele consta que seriam realizados 31 shows), mas segundo a AEG Live, empresa que o contratou para as apresentações, a procura para esses shows foi tão grande que eles tiveram de abrir mais 20 datas em agosto e setembro de 2009 e mais 20 no começo de 2010, totalizando assim, 50 shows.

Michael saiu do palco com a frase que todos nós queríamos que tivesse se concretizado.
"See You in July"



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